Um dos músicos mais icônicos do rock clássico, David Gilmour frequentemente é descrito como um guitarrista de solos elegantes e etéreos. Embora o Pink Floyd seja considerado um dos baluartes do progressivo, o estilo de Gilmour é vasto e dotado de muita sensibilidade melódica.
Como observou a revista Rolling Stone ao elegê-lo o 14º Maior Guitarrista de Todos os Tempos, “Gilmour podia ser um guitarrista rítmico com um funk inesperado, do riff elegante de Have a Cigar aos floreios ao estilo do grupo Chic de Another Brick in the Wall Part 2. Seu uso pioneiro do eco e outros efeitos culminou com seu preciso uso do delay em Run Like Hell”.
Com o intuito de ensinar alguns segredos desse grande guitarrista, o músico Gil Vasconcelos gravou um vídeo para ensinar licks ao estilo do mestre.
Treinamento para quem busca elevar sua técnica ao próximo nível e dominar a palhetada alternada, sweep picking, string skipping, ligados (legato), arpejos, two hands, bend e vibrato.
Desenvolvido pelo músico Gil Vasconcelos, o curso é um estímulo para você sentir mais facilidade, conforto e prazer ao tocar guitarra.
Um dos nossos youtubers favoritos, o músico inglês Rob Chapman (mais sobre ele nesse post) elegeu seus 10 vídeos favoritos de guitarra.
A eclética seleção do inglês tem mestres esquecidos do blues britânico, lendas do shred e do metal, Hendrix… Confira os vídeos escolhidos:
1 – Jeff Beck – Where Were You
“Eu nunca vou esquecer a primeira vez que assisti esse vídeo. Ele toca um lick e em determinado momento (aos 2:35), interrompe o feedback com um soco na guitarra!”
2 – Peter Green – World Keep On Turning
“Esse vídeo do Peter Green (John Mayall & the Bluesbreakers, Fleetwood Mac), um dos meus heróis da guitarra, é uma gema. Mostra ele se apresentando com o Fleetwood Mac nos anos 1960. O outro guitarrista quebra uma corda e Peter Green decide tocar uma canção de sua autoria. De tirar o fôlego!”
3 – Mattias Eklundh – Freak Guitar Demo
“Quando eu assisti isso pela primeira vez, pensei: ok, a brincadeira acabou. Esse cara toca diferente de tudo que eu já vi e usa técnicas que eu nunca vi ninguém usar. E de uma maneira completamente original. Sem contar que o cara é praticamente um comediante!”
4 – Joe Satriani – Surfing With The Alien
“Talvez o meu guitarrista preferido. O vídeo é ele tocando na casa de um fã com o equipamento mais acessível que você poderia imaginar. E mesmo assim, ele continua soando como Joe Satriani”
5 – No Estúdio com Yngwie Malmsteen
“Esse vídeo é muito bacana porque Malmsteen mostra seu estúdio, sua coleção de guitarras… E te dá a noção do quanto ele se dedica à prática”
6 – Zakk Wylde – versão acústica de “Dead As Yesterday”
“Zakk Wylde é conhecido com um dos mestres da pentatônica, mas Zakk era um grande cantor também. Neste vídeo, ele mostra a influência de Layne Staley nos seus vocais; e é simplesmente incrível”
7 – Jimi Hendrix – Voodoo Chile ao vivo na BBC
“Essa foi a primeira vez que vi Jimi Hendrix na TV. Ele estava em seu auge absoluto”
https://youtu.be/ibJ3VMt6yfU
8 – Dimebag Darrell – Workshop na Randall
“Dimebag tinha um senso rítmico genial, além de um timbre e técnica inigualáveis. Aqui, ele dá um workshop de guitarra e passa por todas as canções do repertório. É demais assisti-lo em sua melhor forma”
9 – Guthrie Govan – Fives at Jamtrackcentral
“Guthrie Govan é outro guitarrista ao qual eu nunca irei me equiparar! E isso é algo positivo, pois inspira a desenvolver nossa musicalidade e técnica”
10 – Steve Vai & Joe Satriani – jam no estúdio de Steve
“Essa jam no estúdio do Steve Vai é legal porque mostra a relação entre os dois. Joe já foi professor de Steve e agora eles são amigos… Assista, é muito legal”
Assista ao vídeo completo (em inglês) abaixo.
E quais são os seus vídeos de guitarra preferidos? Conte nos comentários! 😉
A carreira do excêntrico guitarrista do Red Hot Chili Peppers sempre rendeu discussões acaloradas. Afinal, a trajetória de John Frusciante foi marcada por reviravoltas inesperadas tanto na esfera musical quanto na vida fora dos palcos.
Sua história já foi contada inúmeras vezes, mas basicamente, é isso: aos 18 anos, ele entra para o Chili Peppers e conhece o sucesso por meio dos álbuns Mother’s Milk (1989)e Blood Sugar Sex Magik(1991).
Em 1992, alegando fadiga e estresse, Frusciante deixa o grupo e adentra um período de vício quase terminal em heroína. A jornada tem fim em 1998, quando ele reintegra a banda e inicia uma segunda e extremamente bem sucedida parceria com Flea, Anthony Kiedis e Chad Smith.
Após três discos excelentes – Californication (1999),By the Way (2002) e Stadium Arcadium(2006), Frusciante novamente deixa o Chili Peppers para se dedicar a inúmeros projetos. Em 2009, ele lança The Empyrean, seu último álbum solo com a faceta guitar hero. Seus trabalhos posteriores – PBX Funicular Intaglio Zone (2012) e Enclosure (2014) revelam sua incursão ao universo mais experimental da musica eletrônica.
No final de 2019, 10 anos após sair do RHCP, Frusciante novamente retorna à banda, em uma terceira incursão pelo grupo de Flea e Anthony Kiedis que pegou todos os fãs de surpresa.
Ainda que tenha se distanciado do rock nos anos longe do Chili Peppers, Frusciante sempre estará nas listas dos melhores guitarristas do gênero. Seu conhecimento enciclopédico de música e sua paixão por diversos estilos estão presentes em composições como “Under the Bridge”, “Can’t Stop” e “Dani California”.
Essas três canções demonstram o amplo espectro do Frusciante compositor: ele utiliza todo seu arsenal de influências em favor da melodia.
Além do apreço pelo hard rock setentista (Frusciante ama Led Zeppelin e Black Sabbath), ele sempre ouviu toneladas de música clássica, folk, progressivo, punk, pós-punk e, claro, funk, gênero fundamental para a alquimia dos Chili Peppers.
Como tocar como John Frusciante
Com o objetivo de decifrar os segredos de Frusciante, o guitarrista inglês Dave Simpson gravou uma série de vídeos em seu canal no YouTube. No decorrer dos episódios, ele aborda alguns pontos fundamentais do estilo do músico.
E o melhor: o site brasileiroJF Effects, referência mundial em dissecar a obra de John, legendou os vídeos em português.
No primeiro episódio, Dave Simpson ensina o básico de timbre, acordes e solos, além de dar dicas de técnicas e exercícios para reproduzir de forma precisa o estilo de John Frusciante. Confira:
Já no terceiro episódio, Simpson estuda o funk de John Frusciante, com foco na técnica de notas simples com as cordas abafadas e o uso da velocidade com o pedal de wah wah.
A conexão histórica entre música e cinema sempre rendeu momentos de inestimável valor sentimental, certo? Para a guitarra, então, foram várias as cenas que o instrumento protagonizou situações antológicas.
Neste post, procuramos mesclar filmes menos conhecidos ou lembrados das listas do tipo “melhores filmes para guitarristas”. Claro, alguns não poderiam ser deixados de fora, como A Encruzilhada. Mas procuramos evitar algumas cenas batidas, como aquela em que Wayne ( de Quanto mais idiota melhor) testa uma Stratocaster na loja.
Então, mesclando obras mais e menos notórias, confira nossa seleção de Oito Filmes com Cenas Antológicas para os amantes da Guitarra!
1) Only Lovers Left Alive (Amantes Eternos, 2013)
Etéreo e poético, esse belíssimo filme do grande Jim Jarmusch revela mais uma vez a paixão do cultuado diretor pela música. Especialmente, pelas guitarras vintage.
O protagonista da trama, um vampiro músico, passa seus dias trancado no estúdio caseiro e recebe apenas a visita de um amigo que lhe arranja guitarras históricas. Veja a cena em que ele confere preciosidades da Gretsch e da Silvertone:
2) Matador de Aluguel (Road House,1989)
Um dos melhores filmes ruins (?) dos anos 1980, Matador de Aluguel merece entrar para a lista por conta da participação especialíssima de Jeff Healey.
O guitarrista cego rouba todas as cenas e está perfeito como o bluesman que anima as noites do bar Double Deuce. Abaixo, um compilado de cenas do filme:
3) A Encruzilhada (Crossroads, 1986)
Um hit da Sessão da Tarde, A Encruzilhada pode ser considerado o filme mais importante a envolver o universo da guitarra.
Como bem pontuou a revistaGuitar World, a obra tem tudo: um contexto histórico do Blues (que situou o mito de Robert Johnson para a geração anos 1980); o papel da formação clássica e aquele duelo de guitarra.
Quem assistiu, sabe que estamos falando da cena em que o personagem de Ralph Macchio enfrenta o diabo, ops, Steve Vai:
4) A Todo Volume (It Might Get Loud, 2008)
O documentário conta com as divagações dos três caras acima a respeito da guitarra, mas os momentos mais memoráveis são cortesia do maestro do Led Zeppelin.
Como este em que ele ensina como tocar um dos maiores clássicos de Physical Graffiti. É de arrepiar:
5) De volta para o futuro (Back to the future, 1985)
Só pela cena do baile de formatura, em que Marty se empolga no shred para uma plateia de adolescentes dos anos 1950, já valeria a inclusão do filme.
Ah, e na 3ª parte da trilogia, passada no Velho Oeste, há a participação do ZZ Top!
6) Escola de Rock (School of Rock, 2003)
Esse todo mundo viu e conhece, mas imagina quanta gente não ouviu pela primeira vez “Smoke on the Water” por conta dessa cena?
Sem dúvida, School of Rock e o aloprado Jack Black continuam entre os principais difusores do Rock e da guitarra no cinema. \m/
7) Johnny & June (Walk the line, 2005)
Os filmes sobre os primórdios do rock – como A Fera do Rock, Ray e La Bamba – sempre renderam cenas antológicas. Mas esta de Johnny & June consegue recriar um momento mágico da criação musical, em que Johnny Cash encontra sua voz como cantor e compositor.
E a guitarra protagoniza um papel importante na cena, quando o músico da banda solta o lick imortal para o arranjo da clássica “Folsom Prison Blues”:
8) Poucas e Boas (Sweet and Lowdown,1999)
Inspirado na mitologia em torno do lendário violonista de jazz Django Reinhardt, o diretor Woody Allen dirigiu esse ótimo filme estrelado por Sean Penn. No papel de Emmet Ray, “o segundo melhor guitarrista do mundo” – atrás de Django, claro -, Penn está impagável como um músico genial e mulherengo.
Quem curte jazz não pode perder este filme, praticamente uma declaração de amor de Woody Allen aos violonistas da primeira metade do século 20.
E para você, quais cenas mereceriam entrar na lista? Comente!
Entre os milhões de virais que surgem do universo da música, há aqueles que se destacam por quebrar estereótipos relacionados ao aprendizado da guitarra.
Recentemente, o site da Guitar World divulgou matériaque mostra uma estudante de 13 anos, da escola de música Los Rios Rock School, tocando “Eruption”, a clássica composição de Eddie Van Halen que mudou para sempre a timeline da guitarra.
Vídeos com crianças ou adolescentes revelando habilidade em algum instrumento não são novidade e existem aos borbotões no YouTube. Mas, de uma maneira ou de outra, ressaltam que dedicação e perseverança sempre serão mais preponderantes para a formação de um músico.
E o talento? Acredite, é uma questão de sorte.
Assista a aluna Julia Lane, da tal Los Rios Rock School, detonando “Eruption” em um take:
Em outro espectro, temos incontáveis vídeos com velhinhos sem limitações técnicas, como o veterano guitarrista Bob Wood. Com mais de 80 anos, ele ainda continua tocando com fluidez e a vivacidade de um garoto:
Se formos citar músicos veteranos famosos que continuam mandando bem, a lista ficaria ainda maior. De Keith Richards a Stevie Wonder, de Robert Plant a Paul McCartney, há centenas de exemplos evidenciando que não há restrições de idade ou de condições físicas para quem deseja produzir boa música.
É o caso do guitarrista Johnatha Bastos, que aprendeu a tocar com os pés. O vídeo abaixo é ideal para você assistir antes de se queixar da vida ou das dificuldades.
Dizer o quê do Johnatha Bastos? Ele é simplesmente um símbolo de resiliência.
E nunca é demais reforçar: com a Internet, aprender a tocar guitarra está cada vez mais acessível e descomplicado. O que você está esperando? 😉
Impossível mensurar a importância da afinação Drop D para a história do rock. O”mizão” (a primeira corda, E) afinado um tom abaixo, em “ré” (D), garante uma sonoridade mais grave e que já foi explorada por diversas lendas do blues, do rock e do metal.
O músico italiano Danilo Vicari listou alguns dos riffs mais matadores em Drop D em seu canalno YouTube.
Em pouco menos de 3 minutos, ele demonstra que a afinação em Drop D foi um dos diferenciais que sustentaram o peso de clássicos como “Walk” (Pantera) e “Killing in the name” (Rage Against the Machine).
Além do Drop D, outras técnicas se tornaram marcas registradas do metal, como o tapping, o uso da alavanca, a palhetada rápida para baixo, o palm-muting (abafamento das cordas) e a Escala de Blues.
Se você deseja se tornar um guitarrista de metal de alta performance e transitar por todas estas técnicas com tranquilidade, recomendamos o curso Guitarra Rock Academy, do músico Ozielzinho.
Por meio deste treinamento, ele ensina todos os “segredos” que fizeram a carreira dos grandes guitarristas de classic rock e metal.
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Desnecessário dizer que tocar diariamente é fundamental para evoluir na guitarra, certo? Embora a prática seja essencial para todo músico, é preciso tomar certos cuidados para não exagerar na dose e “ganhar” uma tendinite ou outra lesão por esforço repetitivo.
Felizmente, a prevenção pode ser feita com simples exercícios de alongamentos, conforme a fisioterapeuta Taty Castilho explicou em um vídeo divulgado recentemente por Maurício Alabama em seu canal no YouTube. Taty explica a Alabama, professor do curso Dominando Guitarra Técnica (clique aquipara conhecer), que o alongamento aquece os músculos e ativa a circulação.
Dessa maneira, ajuda a liberar os movimentos bloqueados por alguma tensão pré-estabelecida. “Se o seu estudo passar de uma hora, é importante fazer os alongamentos durante o intervalo. Isso irá reduzir o risco de lesões como a tendinite. Após o treino na guitarra, os alongamentos são igualmente importantes, porque ajudam a relaxar a musculatura e são benéficos para a coordenação”, explica a fisioterapeuta.
Acompanhe a série completa de exercícios que ela ensina no vídeo:
Ah, e não se esqueça: compartilhe o post com os seus amigos guitarristas! 🙂
O ato de tocar guitarra impõe desafios em várias esferas. Além de um mínimo de conhecimento teórico, é importante entender como funciona os diferentes tipos de equipamentos (amps, pedais, tipos de guitarras, etc) para chegar à sonoridade que você sempre sonhou.
Com o objetivo de orientar os músicos na escolha do setup correto, o guitarrista Kleber K. Shima lançou o curso Ninja do Setup. E o que Kleber tem de sobra é conhecimento sobre equipamentos de guitarra. Bacharel em Música, trabalhou nas revistas Cover Guitarra, Guitar Class e Guitar Load, para a qualescreveu o primeiro Guia de Pedais do Brasil.
Kleber K. Shima, o criador do Ninja do Setup
Atualmente, ele coordena o Instituto Musical IMKS, fundado por Kleber em 2005 e que possui duas unidades em São Paulo. Para completar, Kleber K.Shima é endorsee de 16 marcas, incluindo Floyd Rose, Dunlop e Edifier.
Toda essa experiência é repassada no Ninja do Setup e torna o curso ideal não só para músicos profissionais, mas para lojistas ou para quem toca apenas por hobby.
Para você começar a se inteirar do assunto, confira abaixo seis dicas que vão fazer a diferença na hora de mandar ver na guitarra.
1) Entender como chegar ao timbre perfeito:
Quando você entende as técnicas para atingir o timbre necessário, você consegue até mesmo emular a sonoridade dos seus ídolos sem depender de equipamentos caríssimos.
Saber regular o seu equipamento para mais de uma ocasião, fazendo com que você consiga deixa-lo da forma perfeita seja para um ensaio em estúdio ou para uma apresentação em casas de shows.
Pensando nisso, o Ninja do Setup conta com dois módulos diferentes sobre o assunto. O primeiro detalha informações históricas e comparativos entre os diferentes tipos de captadores. Já o segundo dedica-se às particularidades de amplificadores, pedais e efeitos.
2) Compreender as especificações dos equipamentos:
Mais do que simplesmente saber escolher um equipamento, é essencial que nessa busca você entenda minuciosamente todos as peculiaridades dele, e assim, consiga gerar o máximo de resultado em cada um deles.
Dessa forma, você entenderá de forma completa como funciona a guitarra em suas especificidades, os captadores, amps, pedais, pedaleiras e vários outros itens do arsenal de todo guitarrista.
3) Descobrir as suas necessidades como guitarrista:
Ao ajustar uma guitarra, é importante ter a noção de quais são as suas necessidades específicas. Cada situação vai ter um setup específico que irá favorecer você melhor, permitindo que você tire da guitarra o som que deseja.
E por meio do Ninja do Setup você vai conseguir entender isso da melhor forma possível, e compreender que há um tipo de ajuste que é universal. Porém, os demais podem variar de acordo com itens como a curvatura do braço, por exemplo.
4) Cuidado com o armazenamento:
Um ponto essencial para aprender a montar um setup de guitarra, é que de nada irá adiantar você tomar diversas providências, caso você não armazene da forma correta o seu equipamento.
Portanto, procure um setup que esteja de acordo com o cuidado que você pode oferecer, levando em conta a temperatura do local em que ele ficará armazenado e até mesmo a umidade.
5) Entender que fábricas nem sempre entregam um setup dos sonhos:
Se para você montar um grande setup pode ser que demore um pouco, o que garante que as fábricas terão o tempo precioso para fazer os ajustes necessários? De forma que cada tempo perdido pode custar prejuízo para uma empresa.
Portanto, para montar um setup de guitarra é importante compreender que nem toda fábrica irá realizar a calibração correta.
6) Compreender o que a guitarra mais necessita:
Por mais que você fique muito animado para criar um setup completo, é importante você entender que nem sempre há a necessidade de fazer mudanças completas em sua guitarra. De forma que, caso ela apresente algum problema, uma ida ao luthier para pequenas mudanças poderá gerar um diferencial notável.
Em resumo: compreender as necessidades da sua guitarra e saber montar um setup são passos importantes para o crescimento de todo músico.
Para conhecer mais detalhes do curso Ninja do Setup, consulte osite e saiba mais do suporte oferecido por Kleber K. Shima e dos bônus incluídos no treinamento.
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Quando uma grande marca de guitarra oferece ao músico a chance de ter sua signature guitar, este é um sinal de reconhecimento importante para o artista. Afinal, é como se o estilo desse artista chegasse a um patamar de referência para milhares de músicos que desejam soar mais parecidos como os seus ídolos.
Obviamente, há o apelo mercadológico envolvido, já que instrumentos signature ajudam os fabricantes a vender mais. Afinal, quem não gostaria de, ao menos, ter uma guitarra similar a do James Hetfield ou do Eddie Van Halen? Tocar como eles já é outra história, né? 😀
Nas últimas décadas, a oferta de guitarras signature vem aumentando exponencialmente. Músicos famosos de praticamente todo gênero musical já mereceram seus modelos próprios. Neste post, vamos mostrar as belezinhas feitas para atender as especificações de alguns dos guitarristas mais famosos do mundo.
Logicamente, é uma amostra pequena do universo das signature guitars – preferimos incluir modelos que tiveram algum envolvimento do artista ainda em vida. Por isso deixamos as signature de ícones como Jimi Hendrix, George Harrison e Kurt Cobain para outro post.
Confira:
Eddie Van Halen
Em 1974, começaria a lenda de Eddie Van Halen: naquele ano, o jovem músico decidiu construir sua própria guitarra. Insatisfeito com as opções existentes no mercado, ele juntou partes de várias guitarras – um captador da Gibson, um corpo de Stratocaster, as famosas fitas adesivas – e pronto. Estava criada a Frankenstein ou Frankenstrat, o instrumento de timbre único com o qual ele gravou o primeiro disco do Van Halen, um clássico que mudou para sempre a timeline da guitarra.
À medida que a lenda crescia, legiões de guitarristas do mundo inteiro tentavam desvendar os segredos da relíquia de Eddie. Somente em 2007, em parceria com a Fender Custom, ele reproduziu a réplica do instrumento em série, incluindo as marcas de cigarro. Hoje, o modelo dificilmente é encontrado por menos de 20 mil dólares. Depois, Eddie fundou a EVH Gear, que fabrica versões bem mais acessíveis das guitarras utilizadas no decorrer de sua carreira.
Brian May
A história da Brian May Guitar é ainda mais mitológica que a do Eddie Van Halen.
Devido à dificuldades financeiras, Brian e o seu pai projetaram a guitarrinha vermelha e preta do ZERO. O resultado é um instrumento de timbre singular, com 13 combinações diferentes de tonalidade.
Não foi à toa que milhares de fãs tentaram recriá-lo. Em 2004, ela passou a ser fabricada em série e hoje possui vários modelos desenvolvidos pela própria empresa de May, a Brian May Guitars.
Confira o vídeo do brasileiro Lucas Vianna com detalhes curiosos da BMG e uma amostra do seu timbre encorpado:
Paul Stanley
Embora Stanley toque numa variedade de guitarras, sua linha signatureé da Ibanez. Para o líder do KISS, o melhor: a série possui design espetacular e inclui modelos cujo acabamento é puro estado da arte, como este do vídeo abaixo. Simplesmente de cair o queixo:
Slash
Basicamente, Slash usa apenas Les Pauls e Mockinbirds da B.C. Rich. Tanto é que ele possui várias signaturesda Gibson e da B.C. Rich. Abaixo, o modelo Vermillion, uma das sua colaborações mais recentes com a Gibson:
Zakk Wylde
O cabuloso frontman do Black Label Society possui umalista de signatures com várias marcas, incluindo a sua famosa Bullseye Les Paul (fabricadas pela Gibson e Epiphone) e curiosos modelos custom. Entre eles, destaque para aquele com o shape de caixão(!) e a Warhammer, com seu design híbrido de SG e Flying V:
The Edge
Goste ou não do guitarrista do U2, verdade seja dita: The Edge criou um dos sons mais singulares entre as bandas de rock dos anos 1980.
Sua abordagem na guitarra nunca deixou de ser inovadora e permitiu que o U2 se reinventasse ao longo de décadas.
A signature foi desenvolvida com o objetivo de reunir as características que ele mais aprecia na Fender. Assista o vídeo em que ele explica o conceito da The Edge Strat:
Santana
Além do bigode e dos solos cheios de bom gosto e latinidad, o guitar hero mexicano possui outra marca registrada: o uso de instrumentos da Paul Reed Smith.
Santana é endorsee da marca desde o início dos anos 1980 e o músico mais representativo da companhia.
Ritchie Blackmore
Centenas de guitarristas lendários já empunharam a Fender Stratocaster e sem dúvida o genioso guitarrista do Deep Purple e do Rainbow merece estar entre os principais ícones do modelo. Sua signature é o dispositivo perfeito para quem deseja atingir o som larger than life do grande Blackmore.
Tony Iommi
O pai de todos os riffs de metal já assinou uma SG da Gibson Custom, mas o seu modelo mais recenteé da Epiphone. E o som é aquela coisa linda e brutal registrada nos clássicos do Sabbath 😉
Josh Homme
O gigante ruivo nunca optou pelo convencional. No palco, o fundador do Queens of the Stone Age (e do Them Crooked Vultures, Eagles of Death Metal, etc) sempre usou guitarras de marcas menos conhecidas, como Ovation e as belíssimas Belaire.
Há alguns anos, a australiana Maton passou a fabricar assignature de Homme, que refletem o apreço do cara por instrumentos diferenciados.
Jerry Cantrell
Ilustre devoto da G&L desde os primórdios do Alice in Chains, Cantrell assina dois modelosda marca americana.
São guitarras perfeitas para o emular o timbre de um dos mestres do grunge:
J Mascis
À frente do Dinosaur Jr., J Mascis mostrou o quão esporrenta pode soar uma Jazzmaster. Há alguns anos, a Squier fabricou a sua signature e a guitarra é uma das mais acessíveis do segmento.
Confira os timbres da J Mascis Jazzmaster, perfeitos para quem busca um som mais sujo e punk:
Jim Heath
O dono da melhor banda de psychobilly do planeta (Reverend Horton Heat) empresta seu nome à esta belezura semi-acústica da Gretsch. Escuta só a maravilha de timbre da máquina:
Max Cavalera
O ex-Sepultura e atual líder do Soulfly e Cavalera Conspiracy é endorsee da ESP desde 1997. Sua última série signature é a Max-200 RPR, que possui um belo design agressivo que remete à Gibson Explorer. Embora Max seja famoso por tocar com apenas 4 cordas, o modelo vem com as seis cordas e oferece uma sonoridade perfeita para tocar metal. Ouça no vídeo abaixo:
Glenn Tipton
O lendário Glenn tipton e a sua ESP GT 600
Um dos mais influentes guitarristas do heavy metal merecia uma guitarra dessas, né?Essa ESPcom endiabrados captadores vermelhos e shape de SG foi construída sob medida para os riffs e solos matadores do guitarrista do Judas Priest.
Confira o vídeo e veja que não só o look da guitarra é foda; o som também é fantástico.
James Hetfield
O líder do Metallica usa ESP’s desde 1988 e, entre os vários modelossignature que a empresa já desenvolveu para ele, destacamos a Iron Cross.
Com seu belo shape Les Paul, o modelo é um dos preferidos de Hetfield em apresentações ao vivo. Ouça a Iron Cross em ação:
Dimebag Darrell
O finado e genial guitarrista do Pantera foi um dos responsáveis em popularizar as guitarras da Dean. Desde os anos 1990, com o Pantera no auge, a companhia fabrica modelos signature do Dimebag. Hoje, as séries contabilizam 39 modelos.
O mais famoso é o Dime From Hell ML, uma das peças mais icônicas da história do metal.
Dave Mustaine
O líder do Megadeth é outro grande endorsee da Dean: sua parceria com a companhia americana já rendeu 30 modelos, entre Explorers, Flying V’s e violões e até baixos acústicos! Destacamos uma das mais icônicas, a VMNT Rust In Peace.
Com a ilustração do clássico disco de 1990, um dos melhores do Megadeth, a guitarra foi projetada conforme as configurações recomendadas pelo próprio Mustaine.
Scott Ian
O responsável pela fábrica de riffs do Anthrax tem a sua signature feita pela Jackson, uma das marcas mais queridas pelos músicos do thrash metal. Saca o som dessa Flying V fodona:
Joe Duplantier
A Charvel desenvolveu uma sombria versãoda Telecaster para o vocalista e guitarrista do Gojira. Veja-o testando o instrumento:
Geralmente, quem gosta de instrumentos de corda, começa com o violão, certo?
Na verdade, não! Algumas pessoas preferem aprender a tocar guitarrasem passar antes pelo violão. Enfim, a escolha é pessoal. E é neste momento que surgem algumas dúvidas sobre como escolher o modelo ideal para quem está iniciando.
Como você vai encontrar diversos tipos deste instrumento no mercado, este post irá orientá-lo a .
Confira!
Os principais tipos de guitarra
Você já deve ter notado que a maioria das guitarras é do tipo maciça e possuem o corpo composto por uma peça sólida de madeira. Porém, no mercado você encontra diversos outros tipos:
Acústicas
Acústica/violão
Você sabia que a guitarra desplugada recebe o nome de violão? Isso mesmo! Este é um dos tipos de guitarra que muitos artistas tem costume de usar!
As guitarras acústicas não tem necessidade de estarem conectadas com sistemas elétricos. Assim, a ressonância e o formato do corpo por si só criam toda a amplificação do som.
Semi-acústicas
Guitarra semi-acústica
Esta é uma guitarra elétrica que tem o corpo oco e é cheia de pequenas aberturas que influenciam o timbre das notas.
Eletroacústicas
Já este tipo de guitarra é bastante conhecido como violão elétrico.
Tal instrumento promove ao somacústico, a potência dos instrumentos elétricos devido a um sistema que possui capacidade de realizar uma amplificação interna.
Como escolher a melhor guitarra?
Agora que você já conhece os principais tipos de guitarra, é interessante que saiba também sobre os modelos mais comuns deste instrumento.
Além da madeira e das cordas, existe uma série de especificidades para cada tipo de guitarra. E são exatamente estas particularidades que estão diretamente associadas ao tipo de som que o músico deseja tirar do instrumento.
Conheça os modelos de guitarra mais utilizados:
Strato, Tele e Les Paul
Flying V – oferece uma boa pressão na parte de trás das cordas devido sua inclinação de 17 graus. Não é tão indicada para quem toca somente sentado.
Strato – esta é uma das melhores guitarras, pois é versátil, produz sons mais leves e conta com uma ótima sustentação das notas.
Telecaster – se você está interessado/a em tocar country ou sertanejo, saiba que este modelo de guitarra é uma ótima alternativa, pois tem dois compartimentos e corpo sólido que geram um excelente som.
Les Paul – possui captadores duplos e é bem indicado para quem curte metal.
Statocaster – esta é uma das guitarras mais famosas do mundo! Pode chegar até 3 singles, possui escudo único para proteger os captadores e é uma excelente alternativa para tocar qualquer tipo de música.
Assista também este vídeo do Cifra Club explicando as diferenças básicas entre a Les Paul e a SG, dois dos modelos mais populares de todos os tempos:
Pronto. Após escolher o tipo e o modelo de sua guitarra, você deve decidir por qual marca optar. O bacana é você buscar conhecer as características e histórias de cada uma e quais músicos já fizeram uso dela.
Outras dicas sobre como escolher a melhor guitarra
Para aprender tocar guitarra, você não necessariamente precisa escolher um instrumento muito caro.
Se você é iniciante, comece com uma guitarra mais simples e gradualmente vá adquirindo boas experiências com ela.
Depois que tiver dominado algumas técnicas de guitarra e se sentir mais seguro para dar o próximo passo, invista em uma guitarra mais robusta.
E, mesmo com uma guitarra de baixo custo, você tem boas opções de fazer upgrades com:
Tarraxas que seguram melhor a afinação.
Melhores captadores.
Alinhamentos com luthiers e inúmeras customizações que você mesmo pode realizar para deixar seu instrumento com a sua “cara”.
Vale a pena conferir as orientações do músico Marcos De Ros, criador do Curso Guitarra Desde o Começo (conheça mais detalhes aqui), sobre como comprar a sua primeira guitarra. No vídeo, De Ros chama a atenção para detalhes importantes ao visitar uma loja de guitarras:
O que fazer ao comprar sua guitarra?
Antes de comprar sua guitarra, já na loja, faça o seguinte, como já mostrado no vídeo acima do Marcos De Ros:
Teste a guitarra e sinta se ela possui um braço confortável e um bom timbre. Caso não saiba como fazer esta análise é interessante que esteja acompanhado/a de alguém que seja músico ou familiarizado com as particularidades do instrumento.
Ligue-a em um amplificador.
Para observar se a guitarra tem um som uniforme, toque-a em modo desligado.
Mude a chave de seleção para ouvir os diferentes timbres.
Cheque todos os botões para certificar que eles estão em correto funcionamento.
Nas várias posições do braço, toque alguns acordes para tentar identificar se o som da guitarra trasteja ou desafina.
Gostou? Estas dicas de como escolher a melhor guitarra para iniciantes são apenas para você ter mais conhecimento antes de adquirir o instrumento.
Vale salientar que a guitarra ideal para quem está começando envolve muito o gosto pessoal e finalidade do som que se pretende desenvolver.
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