Autor: Roberto

  • Conheça 5 Tipos Diferentes de Power Chords

    Conheça 5 Tipos Diferentes de Power Chords

    Power chord. O nome já diz tudo: acorde forte. Tão poderoso que possibilitou o surgimento do punk e de heróis improváveis da guitarra, como o lendário Johnny Ramone, cujos riffs e bases baseavam-se exclusivamente nos power chords, também chamados de bicordes.

    Kurt Cobain também honrava a tradição punk e soube explorar a simplicidade dos power chords para compor clássicos como “In Bloom” e “Smells like teen spirit”. E entre esses dois ícones do punk rock, os power chords também fizeram-se presentes em diversos outros gêneros do rock. De “Jailhouse Rock” (Elvis) e “You really got me” (Kinks), passando por “Communication Breakdown” (Led Zeppelin), “Heaven and hell” (Black Sabbath), o bicorde marcou incontáveis clássicos do rock, do blues e do metal.

    A vantagem dos power chords é que eles são uma espécie de “acorde simplificado”. Assista o vídeo em que Gil Vasconcelos (Academia da Guitarra), professor do Curso Completo de Técnicas da Guitarra, ensina cinco shapes que podem ser usados para finalidades distintas e certamente farão a diferença na sonoridade dos seus power chords. Confira:

    Curso Completo de Técnicas de Guitarra 

    Curtiu o vídeo acima? Gil Vasconcelos é criador do Curso Completo de Técnicas da Guitarra, treinamento para quem busca elevar sua técnica ao próximo nível e dominar a palhetada alternada, sweep picking, string skipping, ligados (legato), arpejos, two hands, bend e vibrato.
    O curso é um estímulo para você sentir mais facilidade, conforto e prazer ao tocar guitarra. Além de, claro, ampliar consideravelmente sua capacidade e arsenais de técnicas na guitarra.

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  • Blues além do óbvio: as dicas de André Christovam para tocar slide na guitarra

    Blues além do óbvio: as dicas de André Christovam para tocar slide na guitarra

    Quem é amante do blues e do rock sabe: o uso do slide (bottleneck) é um dos recursos mais expressivos que existem. A sonoridade obtida por meio da (aparentemente) simples técnica de deslizar o pequeno tubo cilíndrico está registrada em diversos momentos marcantes da música.

    De Robert Johnson a George Harrison, passando por Johhny Winter e Mick Taylor, o slide é peça fundamental para ampliar a sua musicalidade. Se considerarmos o espectro do hard rock setentista, especialmente o trabalho de Jimmy Page no Led Zeppelin, o uso do slide rendeu canções de perfeita união entre o blues e o rock pesado.

    Um dos melhores exemplos que ilustram essa conjunção matadora de gêneros é a clássica “In my time of dying”, do disco Physical Graffiti:  



    No Brasil, a técnica também tem representantes de peso. Um deles é André Christovam, um dos maiores guitarristas de blues do país. Em entrevista à revista Guitar Player, ele contou que o slide foi um diferencial na sua carreira.

    “Através do slide, encontrei uma voz que me permitiu trabalhar com gente como Roberto de Carvalho, Rita Lee, Marcelo Nova e Raul Seixas. O slide foi o meu pedigree de músico de estúdio”, relata. Para quem deseja tocar slide na guitarra, André ensina técnicas simples e úteis para iniciantes.

    André explica, por exemplo, um truque para deixar a sonoridade limpa, sem que o bottleneck fique encostando nos trastes. Ele também mostra exercícios fundamentais para compreender a dinâmica e as sutilezas necessárias para executar a técnica corretamente.
    Confira:

     

    Não esqueça de compartilhar o post com os amigos guitarristas que sempre sonharam em tocar blues! Valeu!

     

  • Aprenda 10 fundamentos básicos para tocar guitarra do zero

    Aprenda 10 fundamentos básicos para tocar guitarra do zero

    Você que ama música inevitavelmente já pensou ou sonhou em ser integrante de uma banda, certo? Claro.

    É como o fanático por futebol que sempre quis ser jogador. 
    E se você é fã de violão e guitarra, também é provável que você tenha o desejo de aprender ao menos a tocar as canções de suas artistas preferidos.

    A boa notícia é que, com o advento da Internet, aprender a tocar guitarra do zero tornou-se algo cada vez mais descomplicado.

    Portanto, se você está considerando tornar-se um guitarrista, é interessante se atentar para certos conhecimentos básicos.

    Essas informações irão ajudá-lo nessa jornada inicial pelo aprendizado da guitarra. Continue lendo o post e confira Os 10 Fundamentos Básicos para tocar guitarra do zero:

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    1) Conheça o instrumento

    Um dos primeiros fundamentos que você precisa lembrar para aprender a tocar guitarra do zero é compreender e conhecer o instrumento. Afinal, mesmo sendo capazes de tirar lindas melodias, as guitarras e violões ainda são ferramentas.

    E, como com qualquer ferramenta, é necessário que você saiba como que ela funciona, entendendo a sequência de casas, as notas que cada corda representa e até mesmo a fazer manutenções simples, como a troca de cordas e a limpeza básica do instrumento.

     

    2) Aprenda a afinação

    Quando falamos de aprender a afinar, não queremos dizer que você PRECISA afinar o instrumento “de ouvido”. Os apps de celular estão aí para nos ajudar à chegar à afinação correta em questão de minutos.

    O que é preciso salientar é que o instrumento afinado corretamente é fundamental. Afinal, a melodia projetada pela guitarra só consegue causar um bom impacto caso as cordas estejam bem afinadas.

    E, para quem está iniciando, é fundamental sentir que aquele som que você está a criar é agradável e remete às suas referências musicais. Isso ajuda a manter o ânimo para continuar praticando, mesmo com um conhecimento bem básico de guitarra.

     

    3) Saiba a postura correta

    A postura também é um fator que implica muito na prática da guitarra do zero.

    Pois a postura correta irá ajudá-lo a desenvolver a técnica da mão esquerda, fazendo com que você consiga montar os acordes com o menor esforço possível e com velocidade.

    A postura adequada é a que se ajusta a partir da angulação dos dedos à posição do polegar no braço da guitarra, deixando-os de uma maneira em que a nota ressoa corretamente. Assim, você conseguirá trocar as notas com facilidade e gradativamente aperfeiçoar a sua técnica.

    Assista ao vídeo do Cifra Clube para mais detalhes sobre postura:  



     

    4) Aprenda os acordes básicos

    Saber os acordes menores e maiores é básico para você começar a tocar as primeiras músicas, mesmo aquelas que se limitam a quatro acordes (confira o post sobre músicas fáceis de tocar). 

    Os acordes nada mais são do que a junção de três notas ou mais, e seus nomes são baseados nas notas fundamentais que os estruturam. E com as escalas você terá acordes em tom menor ou maior.

     

    5) Pratique exercícios de Digitação

    Apesar de o nome poder ser relacionado a algo totalmente diferente, a digitação na guitarra está relacionada a exercícios para desenvolver a coordenação motora necessária para tocar guitarra.

    Afinal, se você já esta melhorando a sua técnica da mão esquerda na postura, com a digitação você irá trabalhar a velocidade para conseguir tocar cada nota ou acorde sem acabar travando os dedos ao trocar de nota.

    Este, aliás, é um dos principais empecilhos para os iniciantes na guitarra

     

    6) A técnica do Abafamento (palm mute)

    Outra técnica que pode ser difícil de ser dominada pelos guitarristas iniciantes é o abafamento ou palm mute.

    Ela consiste em usar a lateral da mão para conseguir abafar a nota do acorde, no momento que você a reproduz.

    Essa técnica é muito usada com aqueles que estão tocando músicas de rock e elas geram um timbre mais abafado e grave dando mais destaque em algumas passagens da música. Quando mal reproduzida, as cordas podem emitir som nenhum ou emitir um som agudo demais.

    Saiba mais detalhes de como executá-lo corretamente nesta aula gratuita do professor Rodrigo Ferrarezi, criador do curso Guitarra Intensiva:

     

    7) Ter paciência

    A paciência é um grande aliado que você pode ter quando se está aprendendo a tocar do zero. Afinal, para quem sonha em ser guitarristas, existe a ansiedade de conseguir tirar um solo logo de início.

    E, ao perceber que ainda não se tem coordenação suficiente para realizá-lo, a frustração pode te pegar. Por isso, a paciência age como uma professora que lhe incentiva e estimula a continuar praticando.

     

    8) As pestanas

    As pestanas talvez sejam a parte mais odiada por quem está começando a tocar. 

    A exemplo do palm mute, as pestanas exigem treinamento e paciência; só com o tempo você terá a firmeza adequada nos dedos para que o som saia limpo.

     

    9) Troca de acordes

    Além da postura, da digitação e da montagem dos acordes, você precisa entender esse fundamento quando for aprender a tocar guitarra.

    Pois a mão direita e esquerda precisam estar sincronizadas corretamente para que ambas trabalhem ao mesmo tempo, com movimentos diferentes.

    10) Continuar praticando!

    E esse fundamento é o mais crucial entre os fundamentos mais importantes. Mesmo que sejam 30 minutos por dia, você precisa manter a rotina de praticar. Somente dessa maneira, você vai conseguir desenvolver a técnica e evoluir!

    Curso Guitarra Intensiva

    Se você chegou até aqui, certamente é apaixonado pela guitarra e provavelmente esteja a fim de aprender a tocar. Se por acaso você dispõe de pouco tempo ou imagina que tocar está acima das suas habilidades, vale a pena investir no curso Guitarra Intensiva.

    Desenvolvido pelo músico Rodrigo Ferrarezi, o método aborda tudo o que você precisa saber para dominar a harmonia e criar solos de improviso. Um conteúdo denso que vai te ajudar a encontrar um propósito na música, para não desistir como a grande maioria faz.

    Com toda a prática e teoria, o curso aborda temas imprescindíveis aos que pretendem ser guitarristas acima da média, ou se profissionalizar para viver da música.

    “Mas será que esse tal de G.I funciona mesmo?”. Conheça o curso em sua versão 2.0 por dentro e tire suas próprias conclusões:

    Para garantir a sua vaga e conhecer mais detalhes do Guitarra Intensiva, basta clicar aqui!

  • Aprenda 3 licks ao estilo de David Gilmour

    Aprenda 3 licks ao estilo de David Gilmour

    Um dos músicos mais icônicos do rock clássico, David Gilmour frequentemente é descrito como um guitarrista de solos elegantes e etéreos. Embora o Pink Floyd seja considerado um dos baluartes do progressivo, o estilo de Gilmour é vasto e dotado de muita sensibilidade melódica.

    Como observou a revista Rolling Stone ao elegê-lo o 14º Maior Guitarrista de Todos os Tempos, “Gilmour podia ser um guitarrista rítmico com um funk inesperado, do riff elegante de Have a Cigar aos floreios ao estilo do grupo Chic de Another Brick in the Wall Part 2. Seu uso pioneiro do eco e outros efeitos culminou com seu preciso uso do delay em Run Like Hell”.

    Com o intuito de ensinar alguns segredos desse grande guitarrista, o músico Gil Vasconcelos gravou um vídeo para ensinar licks ao estilo do mestre.

    Confira a aula:

     

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  • Rob Chapman escolhe os 10 melhores vídeos de guitarra no YouTube

    Rob Chapman escolhe os 10 melhores vídeos de guitarra no YouTube

    Um dos nossos youtubers favoritos, o músico inglês Rob Chapman (mais sobre ele nesse post) elegeu seus 10 vídeos favoritos de guitarra.
    A eclética seleção do inglês tem mestres esquecidos do blues britânico, lendas do shred e do metal, Hendrix… Confira os vídeos escolhidos:

    1 – Jeff Beck – Where Were You

    “Eu nunca vou esquecer a primeira vez que assisti esse vídeo. Ele toca um lick e em determinado momento (aos 2:35), interrompe o feedback com um soco na guitarra!”

     

    2 – Peter Green – World Keep On Turning

    “Esse vídeo do Peter Green (John Mayall & the Bluesbreakers, Fleetwood Mac), um dos meus heróis da guitarra, é uma gema. Mostra ele se apresentando com o Fleetwood Mac nos anos 1960. O outro guitarrista quebra uma corda e Peter Green decide tocar uma canção de sua autoria. De tirar o fôlego!”

     

    3 – Mattias Eklundh – Freak Guitar Demo

    “Quando eu assisti isso pela primeira vez, pensei: ok, a brincadeira acabou. Esse cara toca diferente de tudo que eu já vi e usa técnicas que eu nunca vi ninguém usar. E de uma maneira completamente original. Sem contar que o cara é praticamente um comediante!”

     

    4 – Joe Satriani – Surfing With The Alien

    “Talvez o meu guitarrista preferido. O vídeo é ele tocando na casa de um fã com o equipamento mais acessível que você poderia imaginar. E mesmo assim, ele continua soando como Joe Satriani”

     

    5 – No Estúdio com Yngwie Malmsteen

    “Esse vídeo é muito bacana porque Malmsteen mostra seu estúdio, sua coleção de guitarras… E te dá a noção do quanto ele se dedica à prática”

     

    6 – Zakk Wylde – versão acústica de “Dead As Yesterday”

    “Zakk Wylde é conhecido com um dos mestres da pentatônica, mas Zakk era um grande cantor também. Neste vídeo, ele mostra a influência de Layne Staley nos seus vocais; e é simplesmente incrível”

     

    7 – Jimi Hendrix – Voodoo Chile ao vivo na BBC

    “Essa foi a primeira vez que vi Jimi Hendrix na TV. Ele estava em seu auge absoluto”

    https://youtu.be/ibJ3VMt6yfU

     

    8 – Dimebag Darrell – Workshop na Randall

    “Dimebag tinha um senso rítmico genial, além de um timbre e técnica inigualáveis. Aqui, ele dá um workshop de guitarra e passa por todas as canções do repertório. É demais assisti-lo em sua melhor forma”

     

    9 – Guthrie Govan – Fives at Jamtrackcentral

    “Guthrie Govan é outro guitarrista ao qual eu nunca irei me equiparar! E isso é algo positivo, pois inspira a desenvolver nossa musicalidade e técnica”

     

    10 – Steve Vai & Joe Satriani – jam no estúdio de Steve

    “Essa jam no estúdio do Steve Vai é legal porque mostra a relação entre os dois. Joe já foi professor de Steve e agora eles são amigos… Assista, é muito legal”

     

    Assista ao vídeo completo (em inglês) abaixo.

     

    E quais são os seus vídeos de guitarra preferidos? Conte nos comentários! 😉

  • Aprenda os segredos do estilo de John Frusciante

    Aprenda os segredos do estilo de John Frusciante

    A carreira do excêntrico guitarrista do Red Hot Chili Peppers sempre rendeu discussões acaloradas. Afinal, a trajetória de John Frusciante foi marcada por reviravoltas inesperadas tanto na esfera musical quanto na vida fora dos palcos.

    Sua história já foi contada inúmeras vezes, mas basicamente, é isso: aos 18 anos, ele entra para o Chili Peppers e conhece o sucesso por meio dos álbuns Mother’s Milk (1989) e Blood Sugar Sex Magik (1991).

    Em 1992, alegando fadiga e estresse, Frusciante deixa o grupo e adentra um período de vício quase terminal em heroína. A jornada tem fim em 1998, quando ele reintegra a banda e inicia uma segunda e extremamente bem sucedida parceria com Flea, Anthony Kiedis e Chad Smith.

    Após três discos excelentes – Californication (1999), By the Way (2002) e Stadium Arcadium (2006), Frusciante novamente deixa o Chili Peppers para se dedicar a inúmeros projetos. Em 2009, ele lança The Empyrean, seu último álbum solo com a faceta guitar hero. Seus trabalhos posteriores – PBX Funicular Intaglio Zone (2012) e Enclosure (2014) revelam sua incursão ao universo mais experimental da musica eletrônica.

    No final de 2019, 10 anos após sair do RHCP, Frusciante novamente retorna à banda, em uma terceira incursão pelo grupo de Flea e Anthony Kiedis que pegou todos os fãs de surpresa.

    Ainda que tenha se distanciado do rock nos anos longe do Chili Peppers, Frusciante sempre estará nas listas dos melhores guitarristas do gênero. Seu conhecimento enciclopédico de música e sua paixão por diversos estilos estão presentes em composições como “Under the Bridge”, “Can’t Stop” e “Dani California”.

    Essas três canções demonstram o amplo espectro do Frusciante compositor: ele utiliza todo seu arsenal de influências em favor da melodia.

    Além do apreço pelo hard rock setentista (Frusciante ama Led Zeppelin e Black Sabbath), ele sempre ouviu toneladas de música clássica, folk, progressivo, punk, pós-punk e, claro, funk, gênero fundamental para a alquimia dos Chili Peppers.

    Como tocar como John Frusciante

    Com o objetivo de decifrar os segredos de Frusciante, o guitarrista inglês Dave Simpson gravou uma série de vídeos em seu canal no YouTube. No decorrer dos episódios, ele aborda alguns pontos fundamentais do estilo do músico.

    E o melhor: o site brasileiro JF Effects, referência mundial em dissecar a obra de John, legendou os vídeos em português.

    No primeiro episódio, Dave Simpson ensina o básico de timbre, acordes e solos, além de dar dicas de técnicas e exercícios para reproduzir de forma precisa o estilo de John Frusciante. Confira:

     

    Já no terceiro episódio, Simpson estuda o funk de John Frusciante, com foco na técnica de notas simples com as cordas abafadas e o uso da velocidade com o pedal de wah wah.

    Para ver a série completa de vídeos, clique aqui!

    Uma outra dica: se você gosta de se aprofundar sobre os equipamentos de guitarra, não deixe de conferir o curso Ninja do Setup.

    É o treinamento mais completo do Brasil para você aprender como escolher os seus equipamentos e deixar o seu som cheio de personalidade. Confira!

     

  • 8 filmes com cenas antológicas para os amantes da guitarra

    8 filmes com cenas antológicas para os amantes da guitarra

    A conexão histórica entre música e cinema sempre rendeu momentos de inestimável valor sentimental, certo? Para a guitarra, então, foram várias as cenas que o instrumento protagonizou situações antológicas.

    Neste post, procuramos mesclar filmes menos conhecidos ou lembrados das listas do tipo “melhores filmes para guitarristas”. Claro, alguns não poderiam ser deixados de fora, como A Encruzilhada. Mas procuramos evitar algumas cenas batidas, como aquela em que Wayne ( de Quanto mais idiota melhor) testa uma Stratocaster na loja.

    Então, mesclando obras mais e menos notórias, confira nossa seleção de Oito Filmes com Cenas Antológicas para os amantes da Guitarra!

     

    1) Only Lovers Left Alive (Amantes Eternos, 2013)

    Etéreo e poético, esse belíssimo filme do grande Jim Jarmusch revela mais uma vez a paixão do cultuado diretor pela música. Especialmente, pelas guitarras vintage.

    O protagonista da trama, um vampiro músico, passa seus dias trancado no estúdio caseiro e recebe apenas a visita de um amigo que lhe arranja guitarras históricas. Veja a cena em que ele confere preciosidades da Gretsch e da Silvertone:

     

     

    2) Matador de Aluguel (Road House,1989)

    Um dos melhores filmes ruins (?) dos anos 1980, Matador de Aluguel merece entrar para a lista por conta da participação especialíssima de Jeff Healey.

    O guitarrista cego rouba todas as cenas e está perfeito como o bluesman que anima as noites do bar Double Deuce. Abaixo, um compilado de cenas do filme:

     

     

    3) A Encruzilhada (Crossroads, 1986)

    Um hit da Sessão da Tarde, A Encruzilhada pode ser considerado o filme mais importante a envolver o universo da guitarra.

    Como bem pontuou a revista Guitar World, a obra tem tudo: um contexto histórico do Blues (que situou o mito de Robert Johnson para a geração anos 1980); o papel da formação clássica e aquele duelo de guitarra.

    Quem assistiu, sabe que estamos falando da cena em que o personagem de Ralph Macchio enfrenta o diabo, ops, Steve Vai:

     

     

    4) A Todo Volume (It Might Get Loud, 2008)

    O documentário conta com as divagações dos três caras acima a respeito da guitarra, mas os momentos mais memoráveis são cortesia do maestro do Led Zeppelin.

    Como este em que ele ensina como tocar um dos maiores clássicos de Physical Graffiti. É de arrepiar:

     

     

    5) De volta para o futuro (Back to the future, 1985)

    Só pela cena do baile de formatura, em que Marty se empolga no shred para uma plateia de adolescentes dos anos 1950, já valeria a inclusão do filme.

    Ah, e na 3ª parte da trilogia, passada no Velho Oeste, há a participação do ZZ Top!

     

     

    6) Escola de Rock (School of Rock, 2003)

    Esse todo mundo viu e conhece, mas imagina quanta gente não ouviu pela primeira vez “Smoke on the Water” por conta dessa cena?

    Sem dúvida, School of Rock e o aloprado Jack Black continuam entre os principais difusores do Rock e da guitarra no cinema. \m/

     

     

    7) Johnny & June (Walk the line, 2005)

    Os filmes sobre os primórdios do rock – como A Fera do Rock, Ray e La Bamba – sempre renderam cenas antológicas. Mas esta de Johnny & June consegue recriar um momento mágico da criação musical, em que Johnny Cash encontra sua voz como cantor e compositor.

    E a guitarra protagoniza um papel importante na cena, quando o músico da banda solta o lick imortal para o arranjo da clássica “Folsom Prison Blues”:

     

     

    8) Poucas e Boas (Sweet and Lowdown,1999)

    Inspirado na mitologia em torno do lendário violonista de jazz Django Reinhardt, o diretor Woody Allen dirigiu esse ótimo filme estrelado por Sean Penn. No papel de Emmet Ray, “o segundo melhor guitarrista do mundo” – atrás de Django, claro -, Penn está impagável como um músico genial e mulherengo.

    Quem curte jazz não pode perder este filme, praticamente uma declaração de amor de Woody Allen aos violonistas da primeira metade do século 20.

     

    E para você, quais cenas mereceriam entrar na lista? Comente!

  • 3 vídeos para reforçar que não há restrições para aprender a tocar guitarra

    3 vídeos para reforçar que não há restrições para aprender a tocar guitarra

    Entre os milhões de virais que surgem do universo da música, há aqueles que se destacam por quebrar estereótipos relacionados ao aprendizado da guitarra.

    Recentemente, o site da Guitar World divulgou matéria que mostra uma estudante de 13 anos, da escola de música Los Rios Rock School, tocando “Eruption”, a clássica composição de Eddie Van Halen que mudou para sempre a timeline da guitarra.

    Vídeos com crianças ou adolescentes revelando habilidade em algum instrumento não são novidade e existem aos borbotões no YouTube. Mas, de uma maneira ou de outra, ressaltam que dedicação e perseverança sempre serão mais preponderantes para a formação de um músico.

    E o talento? Acredite, é uma questão de sorte.

    Assista a aluna Julia Lane, da tal Los Rios Rock School, detonando “Eruption” em um take:

     

    Em outro espectro, temos incontáveis vídeos com velhinhos sem limitações técnicas, como o veterano guitarrista Bob Wood. Com mais de 80 anos, ele ainda continua tocando com fluidez e a vivacidade de um garoto:

    Se formos citar músicos veteranos famosos que continuam mandando bem, a lista ficaria ainda maior. De Keith Richards a Stevie Wonder, de Robert Plant a Paul McCartney, há centenas de exemplos evidenciando que não há restrições de idade ou de condições físicas para quem deseja produzir boa música.

    É o caso do guitarrista Johnatha Bastos, que aprendeu a tocar com os pés. O vídeo abaixo é ideal para você assistir antes de se queixar da vida ou das dificuldades.

    Dizer o quê do Johnatha Bastos? Ele é simplesmente um símbolo de resiliência.

    E nunca é demais reforçar: com a Internet, aprender a tocar guitarra está cada vez mais acessível e descomplicado. O que você está esperando? 😉

  • 5 riffs matadores em Drop D

    5 riffs matadores em Drop D

    Impossível mensurar a importância da afinação Drop D para a história do rock. O”mizão” (a primeira corda, E) afinado um tom abaixo, em “ré” (D), garante uma sonoridade mais grave e que já foi explorada por diversas lendas do blues, do rock e do metal.

    O músico italiano Danilo Vicari listou alguns dos riffs mais matadores em Drop D em seu canal no YouTube.

    Em pouco menos de 3 minutos, ele demonstra que a afinação em Drop D foi um dos diferenciais que sustentaram o peso de clássicos como “Walk” (Pantera) e “Killing in the name” (Rage Against the Machine).

    Além do Drop D, outras técnicas se tornaram marcas registradas do metal, como o tapping, o uso da alavanca, a palhetada rápida para baixo, o palm-muting (abafamento das cordas) e a Escala de Blues.

    Se você deseja se tornar um guitarrista de metal de alta performance e transitar por todas estas técnicas com tranquilidade, recomendamos o curso Guitarra Rock Academy, do músico Ozielzinho.

    Por meio deste treinamento, ele ensina todos os “segredos” que fizeram a carreira dos grandes guitarristas de classic rock e metal.

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  • 5 alongamentos essenciais para guitarristas

    5 alongamentos essenciais para guitarristas

    Desnecessário dizer que tocar diariamente é fundamental para evoluir na guitarra, certo? Embora a prática seja essencial para todo músico, é preciso tomar certos cuidados para não exagerar na dose e “ganhar” uma tendinite ou outra lesão por esforço repetitivo.

    Felizmente, a prevenção pode ser feita com simples exercícios de alongamentos, conforme a fisioterapeuta Taty Castilho explicou em um vídeo divulgado recentemente por Maurício Alabama em seu canal no YouTube. Taty explica a Alabama, professor do curso Dominando Guitarra Técnica (clique aqui para conhecer), que o alongamento aquece os músculos e ativa a circulação.

    Dessa maneira, ajuda a liberar os movimentos bloqueados por alguma tensão pré-estabelecida. “Se o seu estudo passar de uma hora, é importante fazer os alongamentos durante o intervalo. Isso irá reduzir o risco de lesões como a tendinite. Após o treino na guitarra, os alongamentos são igualmente importantes, porque ajudam a relaxar a musculatura e são benéficos para a coordenação”, explica a fisioterapeuta.

    Acompanhe a série completa de exercícios que ela ensina no vídeo:


    Ah, e não se esqueça: compartilhe o post com os seus amigos guitarristas! 🙂