Autor: Roberto

  • Aprenda 5 dicas para tocar guitarra com mais precisão e velocidade

    Aprenda 5 dicas para tocar guitarra com mais precisão e velocidade

    Você já se sentiu desanimado porque não conseguia tocar um determinado solo de guitarra, por mais que treinasse ele horas e horas? É aquela história: você pega a guitarra, começa a tocar uma música da sua banda favorita, depois vem o solo, e chega AQUELA PARTE temida… Pronto!

    Seus dedos TRAVAM e você não consegue tocar nada além de algumas notas emboladas e sujas… Você se sente frustrado e começa a achar que nunca vai conseguir tocar como gostaria. Saiba que você não está sozinho.

    Todos os grandes guitarristas já passaram por essa fase. Mas, em determinado momento, eles mudaram a forma de tocar…

    Um simples ajuste permitiu que eles dessem um SALTO na sua técnica para tocar coisas que antes pareciam impossíveis. Eles desenvolveram uma habilidade fundamental para qualquer guitarrista, a…

    Economia de Movimentos!

    Mas, afinal, o que é isso??

    A economia de movimentos significa fazer o menor número de movimentos possível com as suas mãos enquanto estiver tocando guitarra.

    Isso é um dos requisitos essenciais para desenvolver uma técnica supereficiente. É que, ao reduzir os movimentos das mãos, você será capaz de aumentar a velocidade e a precisão com o menor esforço possível.

    Neste post redigido por meio das orientações do professor do Curso Completo de Técnicas de Guitarra, o músico Gil Vasconcelos, você irá aprender algumas dicas práticas sobre como otimizar os movimentos dos seus dedos, reduzindo-os ao máximo.

    Vamos às dicas?

     

    DICA #1: Observe de forma crítica a distância entre os seus dedos e as cordas

    O primeiro passo é observar se você, sem perceber, acaba afastando demais os dedos da corda quando toca guitarra.
    Esse é um problema de muitos guitarristas que se traduz em uma técnica ineficiente.
    Quando você afasta muito os dedos das cordas, eles precisam percorrer uma distância maior entre as notas. Ou seja, leva mais tempo para você conseguir passar de uma nota para outra, e isso obviamente limita a VELOCIDADE.

    Além disso, essa demora entre as notas pode ocasionar um problema de sincronia entre as mãos. Se você não consegue palhetar a corda e pressionar o dedo no braço da guitarra no mesmo momento, a nota será abafada, o que por sua vez afetará a PRECISÃO com que você toca.

    É justamente por isso que o caminho para tocar guitarra com mais velocidade e precisão é desenvolver a Economia de Movimentos.

     

    DICA #2: Você não precisa mover os seus dedos com mais rapidez

    Muitas pessoas caem no ERRO de achar que, para tocar com mais Velocidade e Precisão, você precisa ser capaz de mover os seus dedos com mais rapidez.
    Não se trata de mover os dedos com mais rapidez…

    A chave para tocar com mais Velocidade e Precisão é desenvolver Movimentos mais Eficientes na Guitarra! E isso é uma questão de LÓGICA…

    Quando você reduz os movimentos que você faz enquanto toca, você também reduz a distância que os seus dedos e a palheta precisam percorrer entre uma nota e outra.

    E quando isso acontece, você consegue tocar MAIS Notas em MENOS Tempo…
    Isso significa que, se você fizer movimentos mais econômicos, você vai conseguir tocar solos que antes pareciam fora do seu alcance, ou mesmo impossíveis.

    Então, se você deseja se tornar um guitarrista capaz de tocar seus solos favoritos com perfeição, você PRECISA desenvolver a Economia de Movimentos.

     

    DICA #3: Reduza os movimentos dos seus dedos 

    Enquanto você toca, você deve evitar afastar muito os dedos das cordas, eliminando o excesso de movimentos desnecessários. O ideal é que os seus dedos se levantem apenas alguns milímetros do braço da guitarra, apenas o necessário para mudar de posição.

    No início, isso pode ser desafiador, porque exige um certo grau de atenção da sua parte em relação aos movimentos dos seus dedos. Mas apenas o fato de perceber que os seus dedos estão se afastando demais das cordas já é um ótimo começo.

    Em seguida, você deve buscar de forma consciente minimizar a distância entre os seus dedos e as cordas enquanto você toca. E a única forma de conquistar isso de forma permanente é você reeducar a sua mão.

    Em outras palavras, você precisa condicionar os seus dedos a fazer movimentos menores através da repetição.

     

    DICA #4: Use a sua Memória Muscular

    A questão é: como condicionar suas mãos a fazer movimentos mais eficientes? Segundo algumas pesquisas científicas, os nossos músculos são capazes de construir uma “memória”. Essa é a chamada memória muscular.

    Quando você repete continuamente um determinado movimento, com o tempo, uma memória muscular é criada.

    Essa memória permite que você faça esse movimento sem um esforço consciente. Ou seja: de forma automática, sem precisar pensar nele. Para isso, sempre que você treinar um exercício, lick ou riff,  procure tocar o mais devagar possível – tão devagar que você consegue observar e controlar os movimentos dos dedos.

    Através da repetição desses movimentos eficientes, isso ficará registrado na sua memória muscular e irá tornar-se o seu “novo normal”.

    Se você persistir nesse exercício, esses movimentos serão automáticos e você não precisará prestar atenção em cada movimento. Dessa maneira, você terá desenvolvido uma técnica super eficiente que irá possibilitar tocar músicas e solos que antes pareciam impossíveis.

     

    DICA #5: Elimine o Excesso de Tensão

    Para reduzir os movimentos dos dedos, é fundamental tocar com a mão relaxada, evitando o excesso de tensão nos músculos. É claro que, para tocar qualqer nota é necessário imprimir força nos dedos para segurar a corda no braço da guitarra.

    A tensão em si não é o problema – afinal, você precisará de um certo nível de tensão para tocar qualquer coisa. O problema é que muitos guitarristas acabam exagerando e imprimindo força demais. Ou seja, um excesso de tensão.

    Isso prejudica a performance na guitarra de diversas formas, incluindo a economia de movimentos. Quando você toca aplicando excesso de tensão, naturalmente seus movimentos não serão eficientes e isso irá prejudicar diretamente a precisão e velocidade na guitarra.

    Se você conseguir tocar com o mínimo de tensão possível, isso já ajudará bastante a reduzir os movimentos dos dedos.

    E aqui entra mais uma vez o poder da auto-observação… Enquanto você repete algum exercício ou lick, direcione a atenção para os músculos da mão esquerda (ou mão do braço da guitarra). Observe se os músculos estão muito tensos.

    E o mais importante: veja se você consegue tocar imprimindo menos força, mas sem prejudicar a precisão das notas. Através da própria experiência, você deve encontrar um sweet spot, ou ponto ótimo, em que você consegue tocar aplicando a menos quantidade de força possível para pressionar a corda e, ao mesmo, tempo, tocar as notas com precisão, sem abafá-las.

    Via de regra, procure sempre tocar guitarra da forma mais relaxada e natural possível, mas sem prejudicar sua performance. E, para finalizar, é importante que você siga…

     

    Os próximos passos

    Neste post, você aprendeu dicas práticas para desenvolver a economia dos movimentos. Colocando-as em prática, você sentirá que sua técnica irá evoluir de maneira notável, dia após dia.

    Portanto, é fundamental treinar exercícios eficazes e específicos para obter a economia dos movimentos nas duas mãos. Além disso, aprenda a aplicar essa economia à mão da palheta e desenvolver uma palhetada mais eficiente.

    Para visualizar essas orientações na prática, veja o vídeo de Gil Vasconcelos abaixo:

    Como seria impossível tratar de todo assunto somente em um post, fica a última dica. Se você deseja elevar sua técnica ao próximo nível e dominar a palhetada alternada, sweep picking, string skipping, ligados (legato), arpejos, two hands, bend e vibrato, vale a pena conferir o Curso Completo de Técnicas de Guitarra.

    Ah! O treinamento possui um módulo que trata somente da economia de movimentos.

    Desenvolvido por Gil Vasconcelos, o curso também é um estímulo para você sentir mais facilidade, conforto e prazer ao tocar guitarra. Confira o site oficial e saiba mais.

  • Aula gratuita do curso “Guitarra Desde o Começo” ensina a postura correta de tocar

    Aula gratuita do curso “Guitarra Desde o Começo” ensina a postura correta de tocar

    Quem treina guitarra após longos períodos de tempo costuma sentir dores nas costas ou no pulso. Entre os guitarristas iniciantes, o acúmulo de tensão é ainda mais comum.

    Geralmente, a dor resulta da combinação de técnica inadequada, má postura e incapacidade de relaxar ao tocar.

    Além do incômodo da dor, a má postura prejudica a performance.

    Pensando nisso, o músico Marcos De Ros disponibilizou uma aula gratuita do seu curso “Guitarra Desde o Começo” sobre a postura correta para tocar, incluindo a maneira certa de segurar a palheta.

    O papo tem quase vinte minutos e é extremamente esclarecedor.

    Confira:

     

    Curso Guitarra – Desde o Começo 

    Curtiu a aula? Interessante as dicas, especialmente quando De Ros também fala da importância de estudar de pé, certo? Essa orientação de postura é apenas uma entre as dicas fundamentais que o célebre youtuber e veterano guitarrista ensina no curso Guitarra – Desde o Começo, com Marcos De Ros.

    O treinamento prioriza o domínio das técnicas básicas para depois adentrar o estudo da Harmonia. Confira mais informações neste post ou no site oficial do curso.

  • Os 20 maiores guitarristas brasileiros segundo Regis Tadeu

    Os 20 maiores guitarristas brasileiros segundo Regis Tadeu

    Recentemente, o jornalista Regis Tadeu publicou em seu canal um vídeo sobre os 20 melhores guitarristas do Brasil.

    A seleção prioriza instrumentistas que possuem técnica,  capacidade de composição e habilidade em termos de harmonia, melodia e ritmo. Profundo conhecedor dos mais diversos gêneros musicais, Regis escolheu guitarristas conhecidos e nomes mais obscuros que merecem ser descobertos por todos.

    Também vale ressaltar um fato que muitos podem desconhecer: antes de se tornar famoso por participar de programas de jurados, Regis foi editor de várias revistas voltadas a instrumentistas, como a Cover Guitarra. Portanto, ele possui conhecimento de causa suficiente para compilar tal lista.

    “Um dos critérios que usei para elaborar a lista foi ‘representatividade discográfica’, ou seja, entrou quem lançou vários e ótimos discos. Também não inclui dezenas de ótimos ‘sidemen’, que são músicos especializados em acompanhar outros artistas. Esses foram os motivos que deixaram de fora, por exemplo, um de meus guitarristas favoritos, o Faíska, de quem vou falar em um vídeo futuro”, explica Regis na descrição do vídeo.

    Bastante eclética, a lista conta com diversas gerações de músicos brasileiros que levaram a guitarra a outro patamar. Para assistir ao vídeo completo, clique aqui.

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    Heraldo do Monte

    “Uma verdadeira unanimidade entre a comunidade guitarrística brasileira. Ele foi um dos pioneiros em usar a guitarra elétrica para misturar a linguagem do jazz ao som daquelas harmonias tradicionais da música brasileira. (…) Sua maneira de solar é simplesmente brilhante”.

     

    Toninho Horta

    “Outro guitarrista brilhante no uso do jazz dentro da linguagem da música brasileira. Ele já trabalhou com Milton Nascimento, Gal Costa, Elis Regina e é simplesmente adorado por grandes músicos internacionais como o Pat Metheny, Herbie Hancock e Wayne Shorter; todos ficam maravilhados com a técnica de Toninho Horta. Eu recomendo veementemente que você ouça o disco ‘Terra dos Pássaros’”.

     

    Hélio Delmiro

    “Mais um guitarrista que uniu o jazz à música brasileira de um modo sensacional. Eu fiquei espantado com a qualidade de suas intervenções em discos de artistas como Elis Regina, Tom Jobim, Marcos Valle e Milton Nascimento. Ele realmente domina a arte de unir o jazz à música brasileira com solos que tem um dedilhado assombroso e são melódicos de uma maneira quase subliminar”.

     

    Lanny Gordin

    “Guitarrista que teve uma presença fundamental no finalzinho dos anos 60 e começo dos anos 70 nos discos do Gilberto Gil, Caetano Veloso e principalmente da Gal Costa. Ele tinha um virtuosismo roqueiro que era um negócio impressionante. Ele voltou a gravar nos anos 2000, recuperando um pouquinho da forma, e agora parece que está tudo bem com o Lanny”. 

     

    Pepeu Gomes

    “Na década de 70, quando ele tocava com os Novos Baianos, muita gente da minha geração considerava o Pepeu Gomes uma espécie de Jimi Hendrix da Bahia. Por ter criado uma linguagem única entre a guitarra e o samba, Pepeu se tornou uma espécie de unanimidade na música brasileira”.

     

    Armandinho

    “A escola do guitarrista da Cor do Som veio do trio elétrico, já que ele é filho do Osmar, do Trio Elétrico Dodô e Osmar. Aliás, na década de 40 o Osmar já tinha criado uma espécie de guitarra baiana elétrica que era um bandolim eletrificado. Isso na mesma década em que surgiu a guitarra elétrica nos Estados Unidos. Essa guitarra baiana acabou sendo desenvolvida e tocada pelo Armandinho, cuja técnica é um negócio simplesmente sensacional”.

     

    Robertinho do Recife

    “Outro guitarrista que soube misturar música brasileira com uma pitada de rock é o Robertinho do Recife. Após assistir o show do Van Halen no Brasil em 1983, ele deu uma pirada e mergulhou de cabeça no rock pesado. Após décadas trabalhando como produtor, ele voltou recentemente à ativa e continua tocando guitarra muito bem”.

     

    Sérgio Dias

    “Não têm como deixar de destacar o trabalho do Sérgio Dias no Mutantes nos anos 70, em discos que estavam muito à frente do seu tempo. Principalmente em trabalhos como ‘o A e o Z’, ele desabrochou como guitarrista em termos de virtuosismo, quando a banda começou a ser muito influenciada pelo Yes.

     

    Luiz Carlini

    “Carlini é a grande personificação do guitarrista roqueiro brasileiro. O solo que ele fez em ‘Ovelha negra’ (Rita Lee) é uma das coisas mais antológicas da história da música brasileira. O estilo roqueiro e cheio de licks e aquelas pentatônicas maravilhosas já tinha sido apresentado com sua banda, o Tutti Frutti. É um cara que ele tem um estilo absolutamente consistente em tudo o que faz”.

    André Christovam  

    “Um dos pioneiros do blues no Brasil e um verdadeiro estudioso do gênero. Ele soube incorporar o espírito do bluesman e dominar a linguagem do que veio depois do próprio blues – ele é fanático pelo Cream e acabou incorporando isso ao seu estilo”.

     

    Nuno Mindelis

    “Outro bluesmen que tem um trabalho brilhante dentro do gênero, mas com uma pegada mais puxada pro blues rock. Sua discografia é muito interessante, com destaque para os dois discos que ele gravou com a cozinha rítmica do Double Trouble, que acompanhava o Stevie Ray Vaughan: o Texas Bound e o Blues on the Outside, que são memoráveis”.

     

    Edgard  Scandurra

    “O Edgard tem uma capacidade de improvisação simplesmente inacreditável. Além de ser um canhoto que não inverte as cordas da guitarra, ele conseguiu reunir, em sua maneira de tocar, vários estilos diferentes. Seu estilo pode remeter a Jimi Hendrix, The Who e pós punk com a mesmíssima desenvoltura”.

     

    Edu Ardanuy

    “Um guitarrista simplesmente assombroso. Ardanuy construiu toda uma carreira junto ao Doctor Sin, mas ele tem um trabalho solo que precisa ser descoberto: trata-se do do disco Electric Nightmare, um dos álbuns mais espetaculares de guitarra já lançados no Brasil”.

     

    Kiko Loureiro

    “Outro guitarrista com uma técnica inacreditável; Kiko ganhou fama no Brasil e no mundo com o Angra, mas se mostrou diferenciado mesmo quando lançou dois álbuns solo. O primeiro, No gravity, é virtuosístico mas de uma maneira muito interessante; o outro disco é o lindamente eclético Universo Inverso, gravado ao lado do pianista Yaniel Matos que mistura rock, jazz e música brasileira de uma maneira absolutamente surpreendente. Eu não tenho dúvida que esses dois trabalhos solos foram fundamentais para que ele fosse pro Megadeth”.

     

    Andreas Kisser

    “O Andreas não é conhecido pelo virtuosismo técnico e sim pela capacidade de criar riffs e licks simplesmente monstruosos. Você consegue identificar o som do Andreas logo à primeira audição. Dá pra gente sacar isso em clássicos do Sepultura como o Chaos AD e o mais recente Machine Messiah“.

     

    Kiko Pereira

    “Um guitarrista muito injustiçado e com um domínio da linguagem do instrumento que faz com que ele transite entre o rock e o pop e as baladas com brilhantismo surpreendente. Ele tem uma maneira sutil e pesada de colocar a sua guitarra nas músicas do Roupa Nova”

     

    Wander Taffo

    “Saudoso e querido amigo que se destacou por onde passou, desde os tempos em que ele tocava com Rita Lee, com o Joelho de Porco, o Guilherme Arantes. Ele estourou nacionalmente com o Rádio Táxi e se tornou adorado pelos roqueiros da geração MTV quando lançou a Banda Taffo junto com o Andria Busic no baixo e Ivan Busic na bateria”.

     

    Lúcio Maia

    “O guitarrista da Nação Zumbi é um dos grandes nomes de uma geração de guitarristas que resgatou a a ligação com a música brasileira. Ele abriu mão do exibicionismo técnico e realmente recuperou a linhagem de guitarristas profundamente ligados à tradição da música brasileira”.

     

    Juninho Afram

    “Dentro do universo religioso ele é considerado quase que uma unanimidade e inclusive fora do desse universo. A competência dele  ultrapassa muito esses muros; basta ouvir os discos que ele fez com o seu grupo Oficina G3, o Além do que os olhos podem ver e o Depois da guerra, pesadíssimos e repletos de riffs e solos sensacionais que oferecem um ótimo suporte para a mensagem religiosa”.

     

    Mozart Mello

    “Simplesmente o professor de guitarra mais requisitado do Brasil; vários dos guitarristas que eu citei nessa lista fizeram aula com Mozart Mello. Ele foi guitarrista de um dos meus grupos favoritos da história do rock nacional, o Terreno Baldio, considerado o Gentle Giant brasileiro. Seu nível de excelência em harmonia e improvisação é absurdo. Um verdadeiro mestre dos mestres na arte de ensinar guitarra no Brasil”.

     

    E aí, curtiu as escolhas do Régis?

    Sem dúvida é um compêndio interessante do universo guitarrístico brasileiro. Na nossa lista de melhores guitarristas do país, poderíamos incluir facilmente outros caras talentosos, como Gabriel Thomaz (Autoramas), Fernando Catatau (Cidadão Instigado), Julio Andrade (Baggios) e John (Pato Fu).

    E você, citaria quem nessa lista?

    Comente abaixo e compartilhe com os amigos 😉

  • Conheça 5 pedais de guitarra obrigatórios para todo iniciante

    Conheça 5 pedais de guitarra obrigatórios para todo iniciante

    Uma das coisas mais divertidas da guitarra é a possibilidade de criar sons diferentes através dos pedais de efeitos. Entretanto, já que existe uma infinidade de opções no mercado, quem é iniciante pode acabar sem saber por onde começar e acabar gastando muito dinheiro com pedais que nem sejam tão importantes.

    Para guiar as escolhas essenciais, o músico Gil Vasconcelos, professor do Curso Completo de Técnicas de Guitarra, gravou recentemente um vídeo sobre os 5 pedais de efeitos fundamentais para todo guitarrista. Confira:

     

    1 – Overdrive

    O Overdrive é um pedal que simula a saturação de um amplificador valvulado e cria aquele som de guitarra distorcida tão característico do rock e do blues.

    Você pode usar esse pedal tanto no canal limpo do amplificador quanto no canal distorcido para acrescentar uma camada de ganho sempre que você sentir necessário. Por exemplo: quando você for tocar um solo que exige um pouco mais de distorção ou sustain.

    Entre os pedais de Overdrive disponíveis no mercado, talvez o mais famoso seja o Ibanez Tube Screamer TS9,  popularizado por guitarristas como Stevie Ray Vaughan. Confira a sua sonoridade:

     

    2 – Delay

    Uma vez que você adquiriu um bom pedal de Overdrive , o próximo passo é dar ao seu timbre um som mais rico e cheio através de um pedal de Delay.

    Ele faz exatamente o que o nome diz: ele atrasa o som e repete o que você tocou logo em seguida. Funciona como um eco e pode ser usado para dar profundidade ao seu som.

    O Delay é usado pela maioria dos guitarristas e é bem evidente no som de ícones como David Gilmour (Pink Floyd) e The Edge (U2). O pedal recomendado é o Boss Digital Delay DD-7, cujo timbre pode ser ouvido no vídeo abaixo:

     

    3 – Modulação

    Para que você possa explorar sonoridades diferentes e dar asas à sua criatividade é interessante ter à sua disposição efeitos de modulação como o Chorus, o Flanger e o Phaser. O Chorus é composto basicamente pela mistura do som original com ele mesmo porém levemente defasada e desafinado. É justamente como um coro de vozes onde há várias pessoas tentando cantar em uníssono e não conseguindo obviamente por causa da afinação, timbre e tempos diferentes de cada cantor.
    O Chorus produz a sensação de aumento na quantidade de fontes sonoras; é basicamente como se você ouvisse dois guitarristas tocando a mesma coisa ao mesmo tempo, porém cada um com características diferentes.

    Por sua vez, o Flanger é parecido com o Chorus porque também atrasa um pouco o sinal – mas sem alterar a afinação. Seu som é semelhante ao de um “avião passando”.
    Já o Phaser é uma mistura de Flanger com um Wah-Wah bem sutil; o som dele tem um efeito rotacional e você pode ouvi-lo na obra de guitarristas como Eddie Van Halen.

    Você pode comprar esses 3 pedais separadamente ou investir em um pedal multi-efeito como o Mooer Mod Factory, que possui 11 efeitos de modulação, incluindo os três citados acima. Dá uma olhada nesse vídeo de demonstração:

     

    4 – Wah-Wah

    O Wah-Wah é um pedal que altera o timbre da guitarra e faz o som do instrumento variar entre grave e agudo. Esse efeito não muda a nota tocada e sim atenua algumas frequências; é como se ele gerasse o botão tone da guitarra entre o máximo e o mínimo, à medida que você movimenta seu pé pra frente e para trás.

    O Wah-Wah se tornou muito popular com Jimi Hendrix, Frank Zappa, Slash e Kirk Hammett.  O Wah-Wah indicado é o Cry Baby da Dunlop:

     

    5 – Volume

    Outro pedal importante é o de volume, especialmente se você toca com banda. Ele vai te dar mais versatilidade pra aumentar e diminuir o volume da sua guitarra em certos trechos das músicas. Por exemplo: ao executar um solo, talvez você queira aumentar o volume da guitarra; por isso o pedal de volume é tão útil.

    Esse pedal pode ser utilizado para duas finalidades: a primeira é para funcionar como o próprio botão de volume da guitarra, quando você liga a guitarra direto nele colocando o pedal de volume antes dos outros. Ou então você pode usa-lo no final da cadeia de pedais para regular o volume total de seu som.

    O pedal de volume mais famoso é o da Ernie Ball, mas o da Boss também é uma opção interessante e mais barata.

     

    Esses são os cinco pedais recomendados para você que está começando a montar o seu setup. E aí, qual mais se identifica com o seu timbre favorito?

    Ah, e não esqueça de compartilhar este post com os seus amigos!

     

    FONTE: Academia da Guitarra

  • Marcelo Barbosa apresenta o “Guia Definitivo de Como Estudar Guitarra” (Download Gratuito!)

    Marcelo Barbosa apresenta o “Guia Definitivo de Como Estudar Guitarra” (Download Gratuito!)

    Em 2015, o cenário do metal brasileiro foi marcado por um acontecimento que reforçou a excelência dos guitarristas nacionais. Naquele ano, Kiko Loureiro, um dos guitarristas fundadores do Angra, anunciou que deixaria a banda para juntar-se ao Megadeth de Dave Mustaine.

    A decisão de Kiko foi mais que compreensível, claro. Afinal, não é todo dia que se é convidado para integrar uma das quatro maiores bandas de thrash metal do planeta.
    A formação do Megadeth com um brasileiro nas seis cordas entrou imediatamente para a timeline dos grandes marcos da história do metal brasileiro.

    No ano seguinte, em 2016, o álbum Dystopia comprovaria a aposta acertada de Mustaine: ao lado de Kiko, o líder do Megadeth gravou um dos discos mais vigorosos de sua carreira.

    Após a saída de Loureiro, o Angra não tardou em anunciar seu novo guitarrista. Em setembro de 2015, durante a apresentação da banda no Rock in Rio, o brasiliense Marcelo Barbosa foi apresentado como o substituto de Kiko.

    Conhecido por seu trabalho na banda Almah, Barbosa era desconhecido do grande público, mas já havia sido notícia por ter quase entrado no Guns.

    Marcelo Barbosa: 20 anos de experiência no ensino da guitarra

     

    Por sua vez, em Brasília e no circuito dos guitarristas virtuoses, Barbosa já era renomado e considerado um dos grandes instrumentistas contemporâneos do Brasil. Talvez muita gente não sabe, mas ele também é professor de música há 20 anos e proprietário do GTR Instituto de Música, uma das maiores escolas de guitarra da América Latina com três unidades no Brasil e que já formou mais de quatro mil alunos.

    Sua experiência foi fundamental para revitalizar o Angra, que atualmente colhe os frutos da boa repercussão de Ømni, disco lançado em fevereiro de 2018 e o primeiro a contar com o nome de Marcelo Barbosa nos créditos.

    O álbum foi tão recebido que logo alcançou o topo das vendas no iTunes e emplacou seis músicas na playlist “As 50 virais do Brasil”, do Spotify.

    Em resumo: o Megadeth e o Angra só tiveram a ganhar com as mudanças de formação entre as duas bandas.

    Em contrapartida, com o Angra no topo das paradas e sendo descoberto por novas gerações, a faceta “professor de guitarra” de Marcelo Barbosa consequentemente ganhou mais evidência.

    Em 2018, ele lançou o curso online MB Guitar Academy, que rapidamente tornou-se referência no país.

    Recentemente, Barbosa lançou um ebook imperdível tanto para quem está iniciando seus estudos como para quem já é mais avançado.

    Trata-se do guia Como Estudar Guitarra, criado para te ajudar a organizar uma rotina de estudos consistente. No decorrer deste ebook, Marcelo Barbosa aborda assuntos importantes para o desenvolvimento no instrumento, tanto na parte teórica quanto prática, dicas de como estudar, algumas ferramentas e apps para auxiliar no estudo, etc.

    O material elucida pontos cruciais para o estudo da guitarra e responde questões frequentemente levantadas quando o assunto é aprender guitarra, tais como:

    – O que exatamente estudar?
    – Como estudar?

     

    Para baixar sua cópia gratuita do ebook Como Estudar Guitarra – Guia Definitivo, basta clicar aqui!

    Ah, e recentemente Marcelo Barbosa liberou uma aula do MB Guitar Academy, do módulo de Modos Gregos que explica a sonoridade e uso da Pentatônica m6.

    É uma ótima maneira de conhecer a didática do guitarrista do Angra. Confira:

     

    Outras dicas de Marcelo Barbosa para deixar a sua rotina de estudos mais eficaz:

    1) 5 minutos de prática é melhor que nenhuma prática.

    2) Tenha uma programação de estudos clara para que você não perca tempo decidindo o que vai estudar.

    3) Se você vai estudar por mais de uma hora, faça pequenas pausas de hora em hora. Coisa de 5 minutos ou menos. Levante, vá ao banheiro, beba um pouco de água, alongue-se. Nosso cérebro tem a capacidade de ficar realmente concentrado em algo bem pequena. As pausas nos ajudam a voltar mais focados e com isso obter maiores resultados.

    4) Atenção para a sua postura. Não queremos ninguém com um problema na coluna por horas de prática com a guitarra no colo ou pendurada no ombro, não é mesmo?

    5) Nunca negligencie precisão por velocidade.

    6) Em termos de técnica, a maior velocidade que você conseguirá atingir é definida pelo trecho do lick/exercício/solo que você mais tem dificuldade. Isole esse trecho e treine-o separadamente.

     

    E aí, curtiu as dicas e o ebook do criador do MB Guitar Academy? Também concorda que as trajetórias do Angra e do Megadeth alçaram novos voos com Barbosa e Loureiro?

    Comente abaixo e compartilhe o post com os seus amigos!

     

  • Como aprender a tocar guitarra da maneira mais simples e rápida possível? Marcos De Ros responde!

    Como aprender a tocar guitarra da maneira mais simples e rápida possível? Marcos De Ros responde!

     

    Para aprender a tocar guitarra da maneira mais direta possível, tu vai precisar de uma fonte que vai alimentar a musicalidade interior que tu carrega; alguém que vai te guiar num mundo de possibilidades e te mostrar o caminho mais fácil para ir do Ponto A para o Ponto B

    As sábias palavras são de um verdadeiro mestre: Marcos De Ros! O famoso guitarrista e youtuber gaúcho, professor do curso Guitarra Desde o Começo, evidencia a importância de buscar os caminhos certos para o aprendizado da guitarra.

    Em vídeo recentemente publicado em seu canal no YouTube, De Ros defende que você pode até saber onde está, mas muitas vezes não sabe exatamente qual é o Ponto B – ou seja, o ponto onde quer chegar.

    “Às vezes o cara acha que o Ponto B é simplesmente querer tocar super bem, mas isso também é muito vago. A gente precisa é poupar tempo e não pode ficar se dedicando a teorias loucas”, reforça De Ros.

    Ele defende que a grande sacada para garantir um aprendizado que seja objetivo e que poupe energia é a busca pela orientação. Para De Ros, a grande sacada é ter um mestre.

    Ao contrário de um professor, que também é válido e importante, claro, um mestre representa a figura de um músico que você admira e cujo estilo de tocar você se identifica.

    Inspiração e aprendizado: a importância do mestre

     

    No entanto, De Ros faz questão de enfatizar que:

    “Um mestre vai saber te guiar para que tu não seja uma cópia dele e para que você tenha a sua própria musicalidade. A outra característica do mestre é a de realmente possuir uma didática e saber ensinar. Sem isso, ele não consegue orientar seus discípulos”.

    No vídeo, De Ros também explica que a metologia do curso Guitarra desde o Começo proporciona o domínio das técnicas básicas para depois se aprofundar no estudo de Harmonia.

    Confira o vídeo para entender as demais dicas de Marcos De Ros sobre como aprender a tocar guitarra sem perder tempo:

    E aí, curtiu o vídeo?

    Tá em busca de um mentor, mas na sua cidade não há essa figura? Então vale a pena apostar que o Marcos De Ros reúne as qualidades necessárias de um mestre.

    Confira o Curso Guitarra Desde o Começo e saiba mais detalhes!

     

     

     

     

     

  • Conheça a metodologia do curso Segredos da Improvisação

    Conheça a metodologia do curso Segredos da Improvisação

    Você, que já toca violão ou guitarra, ainda sente-se um pouco limitado na hora de improvisar? Provavelmente isso acontece porque os seus estudos carecem de mais aprofundamento no que diz respeito às escalas, campos harmônicos, técnicas e demais conceitos ligados à improvisação.

    Com o objetivo de estimular a sua criatividade por meio das ferramentas certas, o músico Ney Quiñonero desenvolveu o curso Segredos da Improvisação. Por meio deste treinamento, você terá contato com o aprendizado e a didática de um guitarrista com mais de 20 anos de carreira e que já produziu, arranjou e tocou com artistas do mais diversos gêneros, do jazz ao sertanejo.

    Veja a categoria do cara ao executar a clássica “Sunny”, que ficou conhecida na versão de Stevie Wonder:

     

    Com esta bagagem toda, Ney se considera um profissional realizado e bem-sucedido. Mas ele conta que nem sempre foi assim. A exemplo da maioria dos guitarristas, ele começou a tocar de ouvido, aprendendo as músicas das suas bandas de rock favoritas.

    “Um pouco depois, comecei a tocar em bandas de baile. Já nessa época, uma coisa começou a me intrigar: eu ouvia certas partes das músicas e tinha a impressão que elas eram criadas espontaneamente, ali na hora. Começou então o meu interesse por essa coisa que ainda não sabia muito bem que era, mas me deixava muito curioso: a improvisação”, relata Ney Quiñonero.

    À medida que foi intensificando seus estudos, o músico se viu numa encruzilhada muitas vezes fatal para a maioria dos guitarristas. Como ele morava no interior de Goiás, em plena era pré-Internet e sem acesso a materiais de estudo, veio a estagnação no seu aprendizado.

    Com o tempo, e após estudar com vários professores, Ney acabou desenvolvendo seu próprio método de estudo de improvisação. Ele basicamente consiste em nunca passar adiante para outro assunto sem que o anterior esteja totalmente dominado. Recentemente, ele decidiu disponibilizar todo esse conteúdo desenvolvido durante anos de pesquisa. O resultado deu origem ao treinamento Segredos da Improvisação.

    “Não é milagre ou mágica. Quanto mais você estudar, mais rápido o resultado virá. O Segredos da Improvisação é o melhor plano de estudos de improvisação ao qual você terá acesso. Trata-se de um guia cuidadosamente criado e preparado para te tornar um músico muito completo, aumentando significativamente os recursos técnicos e poupando  um dos bens mais preciosos, que é o tempo”, explica.

    Para conhecer o programa completo do curso, basta acessar a página oficial do treinamento neste link. 

     

     

     

     

     

  • Conheça 5 Tipos Diferentes de Power Chords

    Conheça 5 Tipos Diferentes de Power Chords

    Power chord. O nome já diz tudo: acorde forte. Tão poderoso que possibilitou o surgimento do punk e de heróis improváveis da guitarra, como o lendário Johnny Ramone, cujos riffs e bases baseavam-se exclusivamente nos power chords, também chamados de bicordes.

    Kurt Cobain também honrava a tradição punk e soube explorar a simplicidade dos power chords para compor clássicos como “In Bloom” e “Smells like teen spirit”. E entre esses dois ícones do punk rock, os power chords também fizeram-se presentes em diversos outros gêneros do rock. De “Jailhouse Rock” (Elvis) e “You really got me” (Kinks), passando por “Communication Breakdown” (Led Zeppelin), “Heaven and hell” (Black Sabbath), o bicorde marcou incontáveis clássicos do rock, do blues e do metal.

    A vantagem dos power chords é que eles são uma espécie de “acorde simplificado”. Assista o vídeo em que Gil Vasconcelos (Academia da Guitarra), professor do Curso Completo de Técnicas da Guitarra, ensina cinco shapes que podem ser usados para finalidades distintas e certamente farão a diferença na sonoridade dos seus power chords. Confira:

    Curso Completo de Técnicas de Guitarra 

    Curtiu o vídeo acima? Gil Vasconcelos é criador do Curso Completo de Técnicas da Guitarra, treinamento para quem busca elevar sua técnica ao próximo nível e dominar a palhetada alternada, sweep picking, string skipping, ligados (legato), arpejos, two hands, bend e vibrato.
    O curso é um estímulo para você sentir mais facilidade, conforto e prazer ao tocar guitarra. Além de, claro, ampliar consideravelmente sua capacidade e arsenais de técnicas na guitarra.

    Conheça o curso – com um Desconto Imperdível de 40% – CLICANDO AQUI!

     

  • Blues além do óbvio: as dicas de André Christovam para tocar slide na guitarra

    Blues além do óbvio: as dicas de André Christovam para tocar slide na guitarra

    Quem é amante do blues e do rock sabe: o uso do slide (bottleneck) é um dos recursos mais expressivos que existem. A sonoridade obtida por meio da (aparentemente) simples técnica de deslizar o pequeno tubo cilíndrico está registrada em diversos momentos marcantes da música.

    De Robert Johnson a George Harrison, passando por Johhny Winter e Mick Taylor, o slide é peça fundamental para ampliar a sua musicalidade. Se considerarmos o espectro do hard rock setentista, especialmente o trabalho de Jimmy Page no Led Zeppelin, o uso do slide rendeu canções de perfeita união entre o blues e o rock pesado.

    Um dos melhores exemplos que ilustram essa conjunção matadora de gêneros é a clássica “In my time of dying”, do disco Physical Graffiti:  



    No Brasil, a técnica também tem representantes de peso. Um deles é André Christovam, um dos maiores guitarristas de blues do país. Em entrevista à revista Guitar Player, ele contou que o slide foi um diferencial na sua carreira.

    “Através do slide, encontrei uma voz que me permitiu trabalhar com gente como Roberto de Carvalho, Rita Lee, Marcelo Nova e Raul Seixas. O slide foi o meu pedigree de músico de estúdio”, relata. Para quem deseja tocar slide na guitarra, André ensina técnicas simples e úteis para iniciantes.

    André explica, por exemplo, um truque para deixar a sonoridade limpa, sem que o bottleneck fique encostando nos trastes. Ele também mostra exercícios fundamentais para compreender a dinâmica e as sutilezas necessárias para executar a técnica corretamente.
    Confira:

     

    Não esqueça de compartilhar o post com os amigos guitarristas que sempre sonharam em tocar blues! Valeu!

     

  • Aprenda 10 fundamentos básicos para tocar guitarra do zero

    Aprenda 10 fundamentos básicos para tocar guitarra do zero

    Você que ama música inevitavelmente já pensou ou sonhou em ser integrante de uma banda, certo? Claro.

    É como o fanático por futebol que sempre quis ser jogador. 
    E se você é fã de violão e guitarra, também é provável que você tenha o desejo de aprender ao menos a tocar as canções de suas artistas preferidos.

    A boa notícia é que, com o advento da Internet, aprender a tocar guitarra do zero tornou-se algo cada vez mais descomplicado.

    Portanto, se você está considerando tornar-se um guitarrista, é interessante se atentar para certos conhecimentos básicos.

    Essas informações irão ajudá-lo nessa jornada inicial pelo aprendizado da guitarra. Continue lendo o post e confira Os 10 Fundamentos Básicos para tocar guitarra do zero:

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    1) Conheça o instrumento

    Um dos primeiros fundamentos que você precisa lembrar para aprender a tocar guitarra do zero é compreender e conhecer o instrumento. Afinal, mesmo sendo capazes de tirar lindas melodias, as guitarras e violões ainda são ferramentas.

    E, como com qualquer ferramenta, é necessário que você saiba como que ela funciona, entendendo a sequência de casas, as notas que cada corda representa e até mesmo a fazer manutenções simples, como a troca de cordas e a limpeza básica do instrumento.

     

    2) Aprenda a afinação

    Quando falamos de aprender a afinar, não queremos dizer que você PRECISA afinar o instrumento “de ouvido”. Os apps de celular estão aí para nos ajudar à chegar à afinação correta em questão de minutos.

    O que é preciso salientar é que o instrumento afinado corretamente é fundamental. Afinal, a melodia projetada pela guitarra só consegue causar um bom impacto caso as cordas estejam bem afinadas.

    E, para quem está iniciando, é fundamental sentir que aquele som que você está a criar é agradável e remete às suas referências musicais. Isso ajuda a manter o ânimo para continuar praticando, mesmo com um conhecimento bem básico de guitarra.

     

    3) Saiba a postura correta

    A postura também é um fator que implica muito na prática da guitarra do zero.

    Pois a postura correta irá ajudá-lo a desenvolver a técnica da mão esquerda, fazendo com que você consiga montar os acordes com o menor esforço possível e com velocidade.

    A postura adequada é a que se ajusta a partir da angulação dos dedos à posição do polegar no braço da guitarra, deixando-os de uma maneira em que a nota ressoa corretamente. Assim, você conseguirá trocar as notas com facilidade e gradativamente aperfeiçoar a sua técnica.

    Assista ao vídeo do Cifra Clube para mais detalhes sobre postura:  



     

    4) Aprenda os acordes básicos

    Saber os acordes menores e maiores é básico para você começar a tocar as primeiras músicas, mesmo aquelas que se limitam a quatro acordes (confira o post sobre músicas fáceis de tocar). 

    Os acordes nada mais são do que a junção de três notas ou mais, e seus nomes são baseados nas notas fundamentais que os estruturam. E com as escalas você terá acordes em tom menor ou maior.

     

    5) Pratique exercícios de Digitação

    Apesar de o nome poder ser relacionado a algo totalmente diferente, a digitação na guitarra está relacionada a exercícios para desenvolver a coordenação motora necessária para tocar guitarra.

    Afinal, se você já esta melhorando a sua técnica da mão esquerda na postura, com a digitação você irá trabalhar a velocidade para conseguir tocar cada nota ou acorde sem acabar travando os dedos ao trocar de nota.

    Este, aliás, é um dos principais empecilhos para os iniciantes na guitarra

     

    6) A técnica do Abafamento (palm mute)

    Outra técnica que pode ser difícil de ser dominada pelos guitarristas iniciantes é o abafamento ou palm mute.

    Ela consiste em usar a lateral da mão para conseguir abafar a nota do acorde, no momento que você a reproduz.

    Essa técnica é muito usada com aqueles que estão tocando músicas de rock e elas geram um timbre mais abafado e grave dando mais destaque em algumas passagens da música. Quando mal reproduzida, as cordas podem emitir som nenhum ou emitir um som agudo demais.

    Saiba mais detalhes de como executá-lo corretamente nesta aula gratuita do professor Rodrigo Ferrarezi, criador do curso Guitarra Intensiva:

     

    7) Ter paciência

    A paciência é um grande aliado que você pode ter quando se está aprendendo a tocar do zero. Afinal, para quem sonha em ser guitarristas, existe a ansiedade de conseguir tirar um solo logo de início.

    E, ao perceber que ainda não se tem coordenação suficiente para realizá-lo, a frustração pode te pegar. Por isso, a paciência age como uma professora que lhe incentiva e estimula a continuar praticando.

     

    8) As pestanas

    As pestanas talvez sejam a parte mais odiada por quem está começando a tocar. 

    A exemplo do palm mute, as pestanas exigem treinamento e paciência; só com o tempo você terá a firmeza adequada nos dedos para que o som saia limpo.

     

    9) Troca de acordes

    Além da postura, da digitação e da montagem dos acordes, você precisa entender esse fundamento quando for aprender a tocar guitarra.

    Pois a mão direita e esquerda precisam estar sincronizadas corretamente para que ambas trabalhem ao mesmo tempo, com movimentos diferentes.

    10) Continuar praticando!

    E esse fundamento é o mais crucial entre os fundamentos mais importantes. Mesmo que sejam 30 minutos por dia, você precisa manter a rotina de praticar. Somente dessa maneira, você vai conseguir desenvolver a técnica e evoluir!

    Curso Guitarra Intensiva

    Se você chegou até aqui, certamente é apaixonado pela guitarra e provavelmente esteja a fim de aprender a tocar. Se por acaso você dispõe de pouco tempo ou imagina que tocar está acima das suas habilidades, vale a pena investir no curso Guitarra Intensiva.

    Desenvolvido pelo músico Rodrigo Ferrarezi, o método aborda tudo o que você precisa saber para dominar a harmonia e criar solos de improviso. Um conteúdo denso que vai te ajudar a encontrar um propósito na música, para não desistir como a grande maioria faz.

    Com toda a prática e teoria, o curso aborda temas imprescindíveis aos que pretendem ser guitarristas acima da média, ou se profissionalizar para viver da música.

    “Mas será que esse tal de G.I funciona mesmo?”. Conheça o curso em sua versão 2.0 por dentro e tire suas próprias conclusões:

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