Autor: Roberto

  • Aprenda a solar com técnicas e exercícios inspirados nos grandes mestres da guitarra

    Aprenda a solar com técnicas e exercícios inspirados nos grandes mestres da guitarra

    Se você sempre sonhou em tocar solos marcantes de guitarra, como os grandes mestres do rock, blues ou jazz, este guia é para você.

    Aqui, exploraremos técnicas essenciais, desde escalas até frases expressivas, tudo ilustrado com exemplos de solos icônicos.

    Se você é iniciante ou intermediário, aprenda como aprimorar suas habilidades com exercícios práticos e dicas fundamentadas em músicas que moldaram a história da guitarra.

     

    1. Entendendo os fundamentos de um solo de guitarra

    Dominar solos começa com o entendimento de escalas, a base estrutural de qualquer improvisação. A escala pentatônica, por exemplo, é amplamente usada por guitarristas como Jimmy Page em solos como o de Stairway to Heaven.

    A combinação das escalas maior e menor também é fundamental para solos expressivos. Ouça Eric Clapton em Tears in Heaven para perceber como ele mescla essas escalas em frases suaves e emocionais.

    Exercício: Tente tocar a escala pentatônica de Lá menor em diferentes partes do braço da guitarra, depois improvise pequenas melodias a partir dela.

    Confira a aula abaixo do grande Marcelo Barbosa, guitarrista do Angra e professor do curso MB Guitar Academy (conheça AQUI) para se aprofundar mais no assunto:

    2. Técnicas de solo essenciais para guitarristas

    Para tocar solos de forma mais dinâmica, você precisará dominar técnicas como bends, vibratos e hammer-ons.

    No solo de David Gilmour em Comfortably Numb (Pink Floyd), você pode ouvir como ele usa bends profundos para transmitir emoção. Já o uso de hammer-ons e pull-offs é destaque nos solos rápidos de Eddie Van Halen, especialmente em Eruption.

    Exercício: Pratique bends em intervalos de um tom e meio, ajustando a afinação de ouvido. Em seguida, aplique vibratos após o bend para adicionar expressividade. Faça isso no contexto de um backing track lento de blues, inspirando-se em Gilmour.

    3. Exercícios para aumentar a sua velocidade e precisão

    Solos rápidos exigem precisão, e guitarristas como Yngwie Malmsteen e John Petrucci são mestres em velocidade. Um exercício clássico para aumentar a velocidade é o famoso spider exercise, onde você toca quatro notas por corda alternando os dedos da mão esquerda.

    Exercício: Para aprimorar sua técnica, escolha uma escala menor harmônica e tente tocá-la em sextinas, como Malmsteen faz em Far Beyond the Sun. Use um metrônomo para acompanhar o andamento e vá aumentando a velocidade gradualmente.

    4. Improvise solos conectando escalas e sentimento

    Improvisar é uma habilidade crucial para qualquer guitarrista que queira criar solos únicos. Para improvisar com confiança, escute B.B. King em The Thrill is Gone. Ele utiliza a escala pentatônica com pausas estratégicas, tocando com sentimento e dando “respiro” entre as notas.

    Exercício: Toque a escala pentatônica em um backing track de blues e tente criar frases com pausas naturais, deixando espaço entre as notas para torná-las mais impactantes. Use o vibrato para sustentar longas notas, como faz B.B. King.

    5. Como corrigir erros comuns ao tocar solos

    Dois erros frequentes ao tocar solos são o excesso de notas rápidas e a falta de fluidez. O solo de Slash em Sweet Child O’ Mine é um exemplo perfeito de como equilibrar técnica com musicalidade.

    Ele mistura frases rápidas e lentas de forma fluida, garantindo que o solo tenha impacto emocional.

    Solução: Para corrigir esses problemas, grave-se tocando solos e analise a fluidez. Tente tocar devagar e focar na conexão entre as notas, como Slash faz. Aumente a velocidade somente quando sentir que a transição entre as frases está suave.

    Conclusão

    Dominar solos de guitarra não é apenas uma questão de velocidade, mas também de controle e emoção. Incorporando as técnicas e exercícios mencionados aqui, inspirados em grandes mestres da guitarra, você pode levar suas habilidades a um novo nível.

    Para uma jornada mais completa no aprendizado de solos, desde o básico até o avançado, inscreva-se no Guitarra Intensiva e acelere seu progresso com lições práticas e personalizadas.

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  • Modos Gregos: a chave para transformar seu estilo na guitarra

    Modos Gregos: a chave para transformar seu estilo na guitarra

    Afinal: O que são os modos gregos?

    Os modos gregos são como os temperos na cozinha musical. Imagine que você está fazendo uma receita de bolo, mas ao invés de só usar farinha e açúcar, você tem canela, baunilha, chocolate, e mais um monte de sabores. Esses “sabores” são os modos gregos na música: eles adicionam variedade e emoção às suas melodias e solos na guitarra.

    Antes de falarmos dos modos, é importante entender a escala maior, que é a base de tudo. A escala maior é uma sequência de sete notas que segue um padrão específico de intervalos (distâncias entre as notas).

    Por exemplo, na guitarra, se você começar no terceiro traste da quinta corda (nota Dó) e tocar as notas Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si, estará tocando a escala maior de Dó.

    Ela é composta pelos seguintes intervalos: tom, tom, semitom, tom, tom, tom, semitom. Essa sequência cria um som que nosso ouvido reconhece como “feliz” ou “brilhante”.

    Os modos são variações dessa escala maior. Pense na escala maior como a linha de base e os modos como diferentes ângulos de abordagem dessa mesma linha. São sete modos ao todo: Jônio, Dórico, Frígio, Lídio, Mixolídio, Eólio e Lócrio.

    Por que você deve aprender os modos gregos?

    Você já sentiu que suas improvisações na guitarra parecem um pouco… previsíveis? Isso acontece porque você pode estar preso nas mesmas velhas escalas. Os modos gregos são a chave para sair dessa rotina. Aprendê-los vai expandir seu vocabulário musical, permitindo que você toque com mais emoção e versatilidade.

    Imagine que você está escrevendo uma história. Usar apenas a escala maior é como escrever uma história usando apenas frases simples e diretas. Os modos gregos te dão a chance de usar metáforas, flashbacks, e diálogos intrigantes. Eles trazem cor e profundidade ao que você toca.

    Como cada modo soa?

    Cada modo grego tem um “humor” diferente, e entender isso é crucial para saber quando e como usá-los. Aqui está um guia rápido:

    • Jônio (modo maior): Alegre e brilhante. Use quando quiser transmitir felicidade. Exemplo: “Here Comes the Sun” dos Beatles.
    • Dórico: Levemente melancólico mas com uma pitada de esperança. Ótimo para blues e rock. Exemplo: “Scarborough Fair” de Simon & Garfunkel.
    • Frígio: Escuro e exótico, com um toque espanhol. Perfeito para solos intensos. Exemplo: “White Rabbit” do Jefferson Airplane (ouça no vídeo acima).
    • Lídio: Sonhador e flutuante. Excelente para criar atmosferas etéreas. Exemplo: “Dreams” do Fleetwood Mac.
    • Mixolídio: Alegre mas com um toque de tensão. Ideal para rock e country. Exemplo: “Sweet Home Alabama” do Lynyrd Skynyrd.
    • Eólio (modo menor): Triste e reflexivo. Use para baladas e músicas mais introspectivas. Exemplo: “All Along the Watchtower” de Bob Dylan (e a versão de Jimi Hendrix).
    • Lócrio: Misterioso e desafiador. Raramente usado, mas ótimo para criar tensão. Exemplo: “Army of Me” de Björk.

    Como praticar os modos gregos?

    Agora que você sabe o que são e como soam, é hora de colocá-los em prática. Comece tocando cada modo lentamente, em várias tonalidades. Use um metrônomo para manter o ritmo e pratique até sentir que seu dedo “sabe o caminho” sem precisar pensar.

    Uma boa dica é improvisar sobre uma base simples em uma única tonalidade, mudando de um modo para outro. Por exemplo, toque um loop de acorde de Dm e pratique o modo Dórico de Ré. Em seguida, mude para Frígio de Mi sobre o mesmo loop. Isso ajuda seu ouvido a reconhecer as nuances de cada modo.

    Integrando os modos em suas músicas

    Depois de praticar, o próximo passo é integrar esses modos nas suas composições e improvisações. Não tenha medo de experimentar. Tente usar o modo Frígio em uma passagem que normalmente usaria a escala menor. Ou troque o modo Jônio por Mixolídio para adicionar um pouco de tensão.

    Lembre-se, a música é sobre expressão e experimentação. Os modos gregos são ferramentas que te ajudam a contar suas histórias de maneira mais rica e interessante. Continue explorando e praticando, e você verá como esses modos podem transformar a forma como você toca e cria música na guitarra.

    Para entender um pouco como isso tudo funciona na prática, confira abaixo o vídeo do Marcelo Barbosa, guitarrista do Angra, a respeito da penta m6, característica do modo dório.

    A aula faz parte do MB Guitar Academy Essencial (CLIQUE AQUI para conhecer).

    O curso dedica um módulo inteiro apenas para o ensino dos modos gregos, entre outros fundamentos para o aprendizado da guitarra.

    Dominar os modos gregos pode parecer desafiador no começo, mas com prática e paciência, eles se tornarão uma parte natural do seu repertório musical.

    Eles oferecem novas perspectivas e possibilidades, tornando suas improvisações e composições mais emocionantes e diversificadas. Então, pegue sua guitarra, comece a explorar esses novos sabores musicais e divirta-se!

  • Descubra o Poder do Campo Harmônico com Dicas e Exercícios Práticos

    Descubra o Poder do Campo Harmônico com Dicas e Exercícios Práticos

    Como o campo harmônico pode transformar sua maneira de tocar guitarra e violão? Essa é uma pergunta que muitos músicos, iniciantes ou avançados, se fazem ao explorar novas técnicas e teorias musicais. Compreender o campo harmônico é uma das habilidades essenciais para qualquer guitarrista ou violonista que deseja melhorar sua performance e expandir seu conhecimento musical.

    O campo harmônico refere-se ao conjunto de acordes que são derivados de uma escala específica. Em termos simples, é uma coleção de acordes que soam bem juntos porque são construídos a partir das mesmas notas da escala. Isso cria uma harmonia coesa e agradável aos ouvidos, facilitando a criação de progressões de acordes que são musicalmente consistentes.

    A importância do campo harmônico na música não pode ser subestimada. Ele fornece a base para a maioria das progressões de acordes utilizadas em diversos gêneros musicais, desde o rock até o jazz e a música clássica. Dominar o campo harmônico permite que você compreenda melhor a estrutura das músicas que está tocando e crie suas próprias composições com maior facilidade.

    Além disso, entender o campo harmônico é crucial para a improvisação. Saber quais acordes pertencem a uma determinada escala permite que você escolha notas que se encaixam harmonicamente, resultando em solos mais melódicos e agradáveis. Isso é especialmente útil para guitarristas que desejam improvisar sobre uma base de acordes ou criar variações em suas músicas.

    Com esse conhecimento, você poderá explorar novas possibilidades musicais e desenvolver uma compreensão mais profunda de como os acordes se relacionam entre si. Seja você um iniciante querendo aprender os fundamentos ou um músico avançado buscando aperfeiçoar suas habilidades, o estudo do campo harmônico é uma ferramenta poderosa que pode elevar seu nível musical.

     

    Campo Harmônico na Guitarra e no Violão

    Aplicações Práticas

    O campo harmônico é uma ferramenta poderosa para criar progressões de acordes coesas e harmoniosas. Por exemplo, no campo harmônico de Dó maior (C), os acordes que o compõem são C, Dm, Em, F, G, Am e Bdim. Com esses acordes, você pode criar uma infinidade de progressões, como C – G – Am – F, que é uma das progressões mais comuns na música pop.

    Em diferentes gêneros musicais, o campo harmônico se aplica de maneiras variadas. No rock, é comum usar a progressão I-IV-V, como C – F – G em Dó maior. No jazz, as progressões podem ser mais complexas, incorporando acordes com sétimas e alterações, como Cmaj7 – Dm7 – G7. Entender e reconhecer o campo harmônico em diferentes contextos permite que você adapte seu estilo de tocar a qualquer gênero musical.

    Exercícios Práticos

    Para memorizar os acordes de um campo harmônico, comece praticando em uma tonalidade simples, como Dó maior. Toque cada acorde em sequência: C, Dm, Em, F, G, Am, Bdim. Repita esse exercício até que consiga tocar os acordes sem olhar para as mãos ou diagramas.

    Um excelente exercício é transpor o campo harmônico para diferentes tonalidades. Por exemplo, se você aprendeu o campo harmônico de Dó maior, tente tocar o campo harmônico de Sol maior (G), que consiste nos acordes G, Am, Bm, C, D, Em, F#dim. Isso ajuda a solidificar seu conhecimento e flexibilidade em diferentes contextos musicais.

    Outro exercício é criar progressões de acordes em várias tonalidades e praticar improvisação sobre elas. Toque uma progressão simples, como I-IV-V (C – F – G), e pratique solos usando as escalas correspondentes. Isso não só melhora sua habilidade de improvisação, mas também reforça seu entendimento das relações harmônicas.

    A prática regular desses exercícios permitirá que você domine o campo harmônico e o utilize de forma eficaz em suas performances de guitarra e violão, enriquecendo sua capacidade de criar e improvisar músicas.

    Dicas para Estudar o Campo Harmônico

    Dominar o campo harmônico requer prática diária e o uso de diversas estratégias para consolidar o conhecimento. Uma recomendação é dedicar 15-30 minutos diários exclusivamente para o estudo dos campos harmônicos. Comece praticando em uma tonalidade e, depois de se sentir confortável, mude para outras tonalidades.

    Utilizar ferramentas como aplicativos de música e software de educação musical pode ser extremamente útil. Aplicativos como o Ultimate Guitar oferecem diagramas de acordes e exercícios de campo harmônico, enquanto programas como o Guitar Pro permitem que você visualize e escute as progressões de acordes em diferentes tonalidades.

    Erros Comuns e Como Evitá-los

    Ao estudar campo harmônico, alguns erros são comuns e podem atrapalhar o aprendizado. Um dos erros mais frequentes é negligenciar a teoria musical básica.

    Compreender intervalos, escalas e a formação de acordes é fundamental para dominar o campo harmônico. Para corrigir isso, estude teoria musical regularmente e aplique esse conhecimento à prática do campo harmônico.

    Outro erro comum é não praticar em diferentes tonalidades. Ficar preso a uma única tonalidade limita sua flexibilidade e compreensão. Certifique-se de praticar campos harmônicos em diversas tonalidades para aumentar sua versatilidade.

    Além disso, muitos músicos não integram o campo harmônico às suas práticas diárias. É importante aplicar os campos harmônicos em músicas que você já toca e em novas composições. Isso reforça o conhecimento e torna o aprendizado mais significativo e prático.

    Por fim, vimos que o campo harmônico é o mapa do tesouro da música. Ele não só revela onde estão escondidas as progressões de acordes, mas também te guia através dos diferentes estilos musicais. Com ele, você pode criar melodias que se conectam de forma harmoniosa e explorar novos territórios sonoros com confiança.

    Vale a pena também conferir este vídeo em que o músico e professor Heitor Castro, do curso Método Tríade (conheça aqui), mostra na prática a aplicabilidade do campo harmônico. Assista:

    Compartilhe suas experiências com o campo harmônico nos comentários abaixo e continue explorando este conceito com as ferramentas e recursos sugeridos!

  • Guia Definitivo: as melhores guitarras para iniciantes – Escolha a sua e comece a tocar!

    Guia Definitivo: as melhores guitarras para iniciantes – Escolha a sua e comece a tocar!

    Ao dar os primeiros passos no aprendizado da guitarra, escolher o instrumento certo é fundamental para garantir uma experiência gratificante e motivadora.

    A importância de escolher a guitarra certa para iniciantes vai além do simples ato de adquirir um instrumento; está diretamente ligada à qualidade do aprendizado e à motivação do músico em formação.

    A qualidade da guitarra desempenha um papel crucial no progresso e na inspiração dos iniciantes. Afinal, um instrumento de boa qualidade não apenas oferece um som mais agradável e consistente, mas também facilita o desenvolvimento da técnica e da habilidade musical.

    Além disso, a escolha da guitarra certa pode influenciar diretamente a persistência e o comprometimento do iniciante. Um instrumento que se adapta ao estilo musical e às preferências pessoais do músico em formação cria uma conexão emocional e torna a experiência de aprendizado mais envolvente e significativa.

    Neste guia, vamos explorar as melhores opções de guitarras para iniciantes, levando em consideração critérios como qualidade sonora, conforto, durabilidade e acessibilidade.

    Através dessa análise, esperamos ajudar os iniciantes a fazerem uma escolha informada e positiva ao adquirir sua primeira guitarra.

    Critérios para escolher as melhores guitarras para iniciantes

    1) Qualidade sonora

    Um dos aspectos mais importantes ao escolher uma guitarra para iniciantes é a qualidade sonora. Opte por instrumentos que produzam um som claro, balanceado e com boa projeção. Isso permitirá que o músico em formação ouça suas notas de forma nítida e desenvolva uma percepção auditiva mais apurada.

    2) Conforto e ergonomia

    ergonomia da guitarra é crucial para garantir uma prática confortável e sem dores. Escolha um instrumento com um braço suave e de fácil acesso às casas (trastes), além de um corpo que se ajuste bem ao seu corpo enquanto toca. Isso proporcionará horas de prática sem desconforto físico.

    3) Durabilidade e construção

    A durabilidade da guitarra é um fator a ser considerado, especialmente para iniciantes que estão aprendendo a cuidar do instrumento. Opte por guitarras com uma construção sólida e materiais de qualidade que resistam ao uso constante e aos pequenos impactos que podem ocorrer durante o aprendizado.

    4) Preço acessível

    Embora a qualidade seja essencial, é importante encontrar uma guitarra com um preço acessível para iniciantes. Felizmente, existem opções de boa qualidade disponíveis no mercado que não comprometem o orçamento inicial dos músicos em formação.

    Ao avaliar esses critérios e encontrar uma guitarra que atenda às suas necessidades e expectativas, você estará dando o primeiro passo para uma jornada musical gratificante e inspiradora.

    Recomendações das melhores guitarras para iniciantes

    Com base nos critérios mencionados anteriormente, compilamos uma lista das melhores opções de guitarras para iniciantes.

    Estas guitarras foram selecionadas por sua qualidade sonora, conforto, durabilidade e preço acessível, oferecendo uma excelente experiência para músicos em formação.

    1. Yamaha Pacifica Series

    A Yamaha Pacifica Series é uma escolha popular entre os iniciantes devido à sua versatilidade, conforto e qualidade sonora.

    Com opções de modelos com uma ou duas pickups, a Pacifica oferece um som versátil que se adapta a diferentes estilos musicais.

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    2. Fender Squier Affinity Series

    A Fender Squier Affinity Series é conhecida por oferecer guitarras de qualidade a um preço acessível. Com um design clássico da Fender, estas guitarras proporcionam um som autêntico e são ideais para iniciantes que buscam um instrumento confiável para começar sua jornada musical.

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    3. Epiphone Les Paul Special 

    A Epiphone Les Paul Special é uma opção popular entre os iniciantes que buscam um som mais pesado e potente. Com sua construção sólida e pickups de alta qualidade, esta guitarra oferece uma experiência premium a um preço acessível.

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    A Ibanez GRX70QA é uma guitarra que combina estilo moderno, conforto e qualidade sonora. Com um design atraente e pickups poderosas, esta guitarra é uma ótima escolha para iniciantes que desejam explorar uma variedade de estilos musicais.

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    5. Squier Bullet Stratocaster

    A Squier Bullet Stratocaster é uma guitarra clássica e confiável, conhecida por seu som versátil e sua construção durável. Com um preço acessível e opções de cores vibrantes, esta guitarra é uma excelente opção para iniciantes que buscam qualidade e estilo.

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    Dicas adicionais para iniciantes

    Além de considerar os critérios mencionados e explorar as recomendações de guitarras para iniciantes, há algumas dicas adicionais que podem ajudá-lo a fazer a melhor escolha para o seu instrumento de estreia.

    Experimente diferentes modelos

    Antes de tomar uma decisão final, é altamente recomendável experimentar diferentes modelos de guitarras em lojas físicas. Isso permitirá que você sinta o conforto, o peso e o som de cada instrumento, ajudando a tomar uma decisão informada.

    Busque orientação profissional

    Procure a orientação de profissionais em lojas de instrumentos musicais. Eles podem oferecer insights valiosos sobre as características de cada guitarra, ajudando-o a encontrar o instrumento que melhor se adapte às suas necessidades e preferências.

    Considere adquirir um kit iniciante

    Se você está começando do zero, considere adquirir um kit iniciante que inclua não apenas a guitarra, mas também acessórios essenciais como amplificador, cabo, correia e afinador. Esses kits são ótimas opções para garantir que você tenha tudo o que precisa para começar a tocar imediatamente.

    Avalie a manutenção e o suporte

    Além da qualidade inicial da guitarra, leve em consideração a manutenção e o suporte oferecidos pela marca. Verifique se há garantias, assistência técnica disponível e facilidade de encontrar peças de reposição caso necessário. Isso garantirá uma experiência contínua e satisfatória com o seu instrumento.

    Aprenda a cuidar da sua guitarra

    Por fim, ao adquirir sua primeira guitarra, dedique um tempo para aprender a cuidar adequadamente do instrumento. Isso inclui a limpeza regular, a troca das cordas quando necessário e a armazenagem correta para evitar danos ao longo do tempo.

    Ao seguir as dicas apresentadas no post e considerar as recomendações de guitarras mencionadas, você estará no caminho certo para encontrar o instrumento perfeito para suas necessidades e preferências.

    Não se esqueça de aproveitar ao máximo cada momento de prática e aprendizado. Explore diferentes estilos musicais, experimente novas técnicas e acima de tudo, divirta-se tocando sua nova guitarra!

     

     

  • Direto da fonte: aprenda a tocar 5 clássicos do pop rock nacional com os próprios compositores

    Direto da fonte: aprenda a tocar 5 clássicos do pop rock nacional com os próprios compositores

    Os sites de cifra são uma maneira prática para aprender rápido a tocar milhares de músicas, né?

    Mas, infelizmente, a verdade é que muitas dessas cifras contém erros dos mais diversos tipos, principalmente em relação aos acordes das música.

    Em todos os casos, é preferível assistir vídeos para ter uma noção mais clara de como executar as canções, seja na parte dos arranjos e acordes ou na transcrição dos solos.

    E uma das coisas mais legais nesse sentido são os vídeos em que os próprios músicos ensinam a tocar canções emblemáticas de suas carreiras.

    No YouTube temos vários vídeos com esse tipo de conteúdo e selecionamos como tocar corretamente 5 clássicos do pop rock nacional pela melhor fonte: os caras que compuseram as músicas!

    Confira:

    1ª: “Lugar ao Sol”, Charlie Brown Jr.

     

    2ª: “Tédio”, Biquini

     

    3ª: “Pais e filhos”, Legião Urbana

     

    4ª) “A vida não presta”, Leo Jaime

     

    5ª) “Um anjo do céu”, Maskavo

  • Captadores: entenda como eles podem deixar o som da sua guitarra mais poderoso!

    Captadores: entenda como eles podem deixar o som da sua guitarra mais poderoso!

    Sabe aquele som característico de uma guitarra elétrica que te faz arrepiar?

    Pois é, uma parte fundamental disso são os captadores.

    Neste post, vamos mergulhar na história e entender porque esses carinhas são tão importantes na hora de dar vida ao som da sua guitarra.

    Além disso, você vai conhecer os principais captadores, exemplos de guitarristas famosos que são emblemáticos para cada um deles.

    No final, a gente ainda vai falar sobre como escolher o captador ideal pra você. Confira:

    História dos Captadores

    Bora viajar no tempo um pouquinho? Os captadores  – ou pickups, como dizem os gringos – são aqueles dispositivos mágicos que transformam as vibrações das cordas da sua guitarra em sinal elétrico.

    A história deles começou lá pelos anos 30, quando uns caras bem visionários, o George Beauchamp e o Adolph Rickenbacker, desenvolveram os primeiros modelos.

    Eles foram essenciais para dar o pontapé inicial na era das guitarras elétricas.

    Importância dos Captadores na Timbragem da Guitarra Elétrica

    Agora, imagina a guitarra elétrica como uma tela em branco e os captadores como os pincéis que vão dar cor e forma a essa tela. É mais ou menos isso.

    Os captadores têm o poder de definir o brilho, a profundidade e a presença do som da sua guitarra. É com eles que você consegue moldar o timbre do jeitinho que você gosta.

    Quais são os principais tipos de captadores?

    Vamos falar sobre os tipos de captadores que tão por aí fazendo a cabeça dos guitarristas:

    1. Captadores Single Coil: Se você curte aquele som mais claro, brilhante e bem definido, os captadores single coil são sua pedida. Tem uma galera famosa que ama esse tipo de captador, tipo o Hendrix, o Clapton e o John Mayer.
    2. Captadores Humbucker: Agora, se você gosta de um som mais encorpado, potente e com menos ruído de fundo, os humbuckers são pra você. Esses caras são os preferidos de Jimmy Page, Slash e Tony Iommi.
    3. Captadores P90: Pra quem quer algo no meio do caminho, os P90 são a escolha certa. Eles combinam um pouco do som dos single coils com a pegada dos humbuckers. Billy Gibbons, do ZZ Top, é um cara que manda muito bem com esses captadores.

    Entenda melhor as sutilezas sonoras entre os single coil e humbuckers neste vídeo:

    E para se aprofundar nas particularidades do P90, vale a pena sacar esse vídeo do canal da Malagoli:

    Como escolher o captador ideal?

    Agora, a parte mais legal: definir o captador que vai ajudar a deixar o som da sua guitarra com o timbre que você mais curte e se identifica. Aqui vão algumas dicas:

    1. Pense no seu estilo musical: Se você curte um som mais vintage, os single coils podem ser a escolha certa. Já se você é da galera do rock pesado, os humbuckers são ideais.
    2. Considere suas preferências sonoras: Você gosta de um som mais brilhante ou mais encorpado? Cada tipo de captador tem suas características, então é bom dar uma testada pra ver qual te agrada mais.
    3. Reflita sobre o que você deseja alcançar: Se você quer se destacar na mixagem, talvez um humbucker seja a melhor opção. Mas se busca explorar texturas mais sutis, os single coils ou os P90 podem ser mais interessantes.

    Como fazer a instalação dos seus captadores, melhores escolhas de captadores para iniciantes e avançados e onde comprar

    Agora que você já escolheu o seu captador dos sonhos, é hora de instalá-lo na sua guitarra.

    Se não se sentir confortável fazendo isso, é sempre recomendável buscar a ajuda de um técnico especializado para garantir que tudo seja feito corretamente.

    Mas, se preferir aprender como é feito, pode pesquisar os diversos vídeos no YouTube sobre o assunto.

    Quanto aonde comprar, você pode encontrar captadores em lojas especializadas de música, tanto físicas quanto online.

    É importante pesquisar bem e ler as avaliações para garantir que está adquirindo um produto de qualidade.

    Para iniciantes, pode ser uma boa ideia começar com captadores mais versáteis, que possam se adaptar a uma variedade de estilos musicais. Os captadores P90 são uma ótima opção nesse caso, já que oferecem uma mistura equilibrada de clareza e tonalidades.

    Já para os mais avançados, que já têm um estilo musical mais definido, vale a pena investir em captadores que atendam especificamente às suas necessidades sonoras.

    Se você é um amante do rock clássico, por exemplo, pode optar por humbuckers vintage que recriam os sons lendários dos anos dourados do rock.

    Conclusão

    Os captadores são essenciais pra dar personalidade ao som da sua guitarra elétrica. Com a escolha certa, você pode criar timbres incríveis e únicos, do jeito que você sempre sonhou.

    Portanto, experimente, teste bastante e se joga nesse universo sonoro para descobrir o som que é a sua cara!

     

     

  • 12 riffs que honram o legado de Jimmy Page

    12 riffs que honram o legado de Jimmy Page

    Imagina a cena:

    Em plena pandemia do coronavírus, Jimmy Page se encontra entediado, recluso na Tower House. Como se não bastasse, a sua belíssima mansão vitoriana em Londres, onde o maestro do Led Zeppelin reside desde o início dos anos 1970, corre o risco de sofrer danos estruturais por causa do seu vizinho, o pop star Robbie Williams.

    É que o fanfarrão cantor decidiu fazer uma mega obra em sua casa para expandir o porão e incluir uma piscina, moda entre os milionários que habitam os bairros chiques de Londres.

    Jimmy Page vem há anos travando uma batalha nos tribunais para impedir que Williams leve a obra adiante.

    Nesse meio tempo, ficaram famosas as supostas provocações do cantor. Os tabloides ingleses relataram que Williams costumava botar Black Sabbath, Deep Purple e Pink Floyd no talo para irritar Page, mas o próprio Williams desmentiu o fato.

    jimmy page casa tower house
    A Tower House de Jimmy Page

    “Williams declarou: se a Tower House sobreviveu às Blitz (os bombardeamentos da aviação alemã contra o Reino Unido durante a Segunda Guerra), ela aguenta qualquer coisa – o que é algo de mau gosto a se dizer”, Page disse, irritado, durante uma entrevista à TV inglesa.

    Então, voltando: imagine Jimmy Page confinado, de saco cheio com o vizinho mala que quer construir um playground de rico e fica provocando o lendário guitarrista inglês em toda oportunidade.

    Imagine Page em seu jardim, ajeitando umas duas torres Marshall com as backing tracks de canções que ele curte e que honram o peso mastodôntico do Led Zeppelin.

    Sem dúvida seria uma daquelas cenas que gostaríamos de ver, concorda?

    E já que é pra estimular a imaginação, selecionamos músicas que beberam direto do blues nuclear do grupo de Page, Plant, Bonham e Jones.

    Seria impagável: Robbie Williams testemunhando Page no quintal, vestido de preto, aos 76 anos, tocando com todos os seus maneirismos essa seleção de músicas indiscutivelmente influenciadas pela musicalidade da imortal banda que compôs “In my time of dying”, “Black Dog” e “No Quarter”.

    Não custa sonhar, né?

    E melhor: em algumas músicas, achamos vídeos que ensinam a toca-las!

    E pra você, qual música deveria estar na lista? Escreva nos comentários!

     

    1. Soundgarden – Let me drown

      A faixa que abre Superunknown, o disco mais épico dos anos 1990, seria perfeita pra esquentar a treta e mostrar para Williams quem manda na área. É uma das canções mais zeppelianas da discografia do Soundgarden.

    2. Pantera – I’m broken

      Outro clássico dos anos 1990 que honra a faceta mais pesada do Led Zeppelin, “I’m Broken” tem um riff matador que é um dos preferidos de ninguém menos que Kerry King, do Slayer.

    3. Screaming Trees – Halo of Ashes

      Nessa paulada de Dust, disco de despedida da banda de Mark Lanegan, a influência do Led Zeppelin é notada não somente através do peso, mas também da psicodelia e das influências orientais. Sem contar a performance incendiária do baterista Barrett Martin, que desce o braço com a mesma ferocidade de John Bonham.

    4. Raconteurs – What ‘s yours is mine

      Jack White tem uma longa lista de músicas influenciadas pela banda de Jimmy Page, mas esta, do excelente Help me stranger, mais recente disco do supergrupo Raconteurs, é uma das mais significativas e poderia muito bem ser um outtake do Led Zeppelin II. Além de compor vários riffs que ecoam Jimmy Page, é evidente que Jack White foi bastante influenciado por Robert Plant, concorda?

    5. Rival Sons – Sugar on the bone

      A exemplo de Jack White, os caras do Rival Sons sabem utilizar o legado de Jimmy Page sem soar como cópias – tipo o Greta Van Fleet. Nesta música de Feral Roots, disco mais recente da banda californiana, o espírito do Led Zeppelin está presente em cada nota deste riffaço.

    6. Black Keys – Little Black Submarines

      Aqui, a dinâmica da luz e sombras – que Page usa para definir a concepção por trás da música do Led Zeppelin -, se faz presente ao longo da canção que começa acústica, lembrando os momentos folk de III, até culminar no peso que encerra a composição.

    7. Black Mountain – Mother of the sun

      Jimmy Page com certeza iria amar esta: tem um riff larger than life, psicodelia, vocais femininos e uma aura ritualística que certamente faria o maestro feliz. E, em volume máximo, irritaria bem o vizinho Robbie Williams 😀

    8. Audioslave – One and the same

      Na sua banda pós-Rage Agains The Machine, Mr. Tom Morello compôs hits com o groove clássico do Led Zeppelin, feitos sob medida para a voz de Chris Cornell, como “Cochise” e “Revelations”. “One and the same” passeia bonito pela pentatônica e revela o Audioslave afiado como nunca.

    9. QOTSA – Into the Hollow

      Essa deve tanto ao Black Sabbath quanto à banda de Jimmy Page, mas os arranjos psicodélicos do refrão aproximam a canção do território do Led Zeppelin.

    10. Black Sabbath – Slipping Away

      Pois é, a banda rival do Led quanto se trata da criação do heavy metal nunca soou tão zeppeliana quanto neste petardo do discaço Mob Rules. Dio canta notas altíssimas feito Robert Plant, a cozinha rítmica é um assombro e o riff é um dos melhores que Jimmy Page não compôs.

    11. The Struts – Wild Child

      Essa é safra 2020 e tem o reforço do guitar hero do RATM, que entrega um riff matador para os moleques ingleses do Struts. Uma boa mistura de RATM, indie rock e Led.

    12. Baggios – Hendrixiano

      O nome da música homenageia outro herói da guitarra, mas o riff também honra o peso zeppeliano. E imagina Page ouvindo isso, ele que sempre teve os ouvidos abertos pra música de todo o planeta. Seria uma maneira de encerrar o set list da treta com Williams em alto estilo…

      BONUS TRACKS

      Achou que a vingança de Mr. Page iria ser rápida assim? Rá! Aqui, mais três pérolas para o nosso herói tocar no talo horas após o primeiro set, quando o ex-cantor do Take That estiver pensando que a porradaria do roqueiro velhinho terminou…

    13. Cactus – Evil

      Essa é daquelas que você pode tocar os primeiros segundos e tirar onda com o amigo desavisado, falando que é um outtake do Led Zeppelin. O riff arrasa-quarteirão tem o peso típico dos primeiros dois álbuns da banda de Jimmy Page.

    14. Aerosmith – Eat the Rich

      O grupo de Steven Tyler e Joe Perry tem uma longa lista de hits que mesclam suas maiores influências – Stones e Led Zeppelin -, como “Draw the Line” e “Sweet Emotion”. “Eat the Rich” tem um riff descaradamente Zeppelin – no timbre, no ataque e no feeling. Um dos pontos altos do multiplatinado disco Get a Grip.

    15. Stone Temple Pilots – Down

      Difícil achar uma banda do grunge que não tenha absorvido a influência da Fórmula Jimmy Page Para Compor Riffs Matadores.

      Não seria diferente com o grande Dean De Leo, um dos guitarristas mais criativos dos anos 1990 e autor de riffs incríveis no STP, sendo vários marcados pelos ecos da banda inglesa. “Down” fecha a nossa listinha com louvor e peso.

      Quer tocar como Jimmy Page?

      Desnecessário dizer que só vai haver UM Jimmy Page, né? Isso é óbvio.

      Mas é possível entender um pouco das técnicas essenciais para emular o estilo do lendário guitarrista inglês.

      Se você já toca e quer desenvolver melhor sua técnica, aconselhamos o Curso Completo de Técnicas de Guitarra, do professor Gil Vasconcelos.

      Confira o site do curso AQUI e assista ele ensinando 3 Licks estilo Jimmy Page no vídeo abaixo:

      Agora, se você está começando, a sugestão é se inscrever em um curso que ensine do básico ao avançado seguindo uma metodologia comprovadamente pautada em resultados, como o Guitarra Intensiva, do professor e músico Rodrigo Ferrarezi. Conheça mais detalhes AQUI!

      Boa jornada!

  • Escala pentatônica: O Guia Básico Para Iniciantes

    Escala pentatônica: O Guia Básico Para Iniciantes

    A escala pentatônica é uma das escalas mais amplamente reconhecidas e usadas de todos os tempos. Você pode ouvi-la em todos os tipos de gêneros musicais, desde clássicos, pop, jazz e até heavy metal.

    Neste post, veremos como criar uma escala pentatônica e algumas das razões pelas quais ela tem sido tão popular ao longo da história.

    Afinal: o que é uma escala pentatônica?

    Uma escala pentatônica é um tipo de escala musical que usa apenas cinco notas em uma oitava. O nome pentatônico vem do palavra grega ‘pente’, que significa cinco e é onde encontramos palavras como pentágono e pentâmetro.

    A escala pentatônica é amplamente usada em muitos gêneros musicais diferentes.

    É uma das escalas mais fáceis de tocar e, muitas vezes, soa bem com as notas tocadas em qualquer ordem, pois não há intervalos semitom (meio passo) que podem causar dissonância. Por esse motivo, é muito comum improvisar e solos de guitarra.

    História da escala pentatônica

    As escalas pentatônicas são uma das escalas mais antigas conhecidas no mundo. Arqueólogos desenterraram flautas antigas esculpidas em ossos de pássaros, muitas delas afinadas à escala pentatônica. Pensa-se que algumas dessas flautas tenham entre 40.000 e 60.000 anos!

    Flauta aurignaciana feita de osso de animal

    Tipos de escala pentatônica

    pentatonica escala metodo triade heitor castro solar no violao

    Existem vários tipos diferentes de escalas pentatônicas, mas as duas mais comuns são:

    • A escala pentatônica maior
    • A escala pentatônica menor

    Agora, vamos dar uma olhada em quais notas compõem essas duas escalas:

    Escala pentatônica maior

    A escala pentatônica maior é composta por cinco notas, os 1º, 2º, 3º, 5º e 6º graus da escala maior. Na tonalidade de C, seriam: C, D, E, G e A.

    A Escala pentatônica de Dó maior

    Como você pode ver acima, é muito semelhante à escala C maior, mas não contém o 4º ou 7º grau. Essas são as duas notas que estão semitom (meio passo) de uma das outras notas da escala.

    Confira este vídeo de Bobby McFerrin demonstrando que, sem nenhum conhecimento prévio, dadas apenas as duas primeiras notas da escala pentatônica, o público saberá qual nota cantar a seguir.

    É um fenômeno natural. (OBS: O vídeo conta com legendas em português)

    Escala pentatônica menor

    O outro tipo é a escala pentatônica menor, composta pelos 1º, 3º, 4º, 5º e 7º graus da escala menor natural. Na tonalidade de A, seriam A, C, D, E e G.

    A Escala pentatônica de Lá menor
    Como você pode ver, ela é muito semelhante à escala menor natural, mas não contém os 2º e 6º graus da escala. Assim como na pentatônica maior, essas são as duas notas que estão a um semitom (meio passo) de distância de uma das outras notas da escala.

    Conclusão

    Se você está apenas começando a aprender música, a escala pentatônica é uma das primeiras escalas que você deve aprender.
    Ele abrirá muitas portas para você tocar centenas de músicas e permitir que você comece a improvisar e fazer sua própria música.
    Para se inteirar de mais aspectos da Pentatônica, confira abaixo aula gratuita do professor Heitor Castro, criador do Curso de Violão Método Tríade (conheça aqui).
    No vídeo, Heitor explica – na prática – não só todos os shapes da pentatônica, mas a lógica para que você não precise memorizar o desenho. Trata-se de um conhecimento fundamental para você conseguir montar todos eles.
    Curtiu as dicas do Heitor Castro? Dificilmente alguém explica a Pentatônica dessa maneira, concorda?
    Se restou alguma dúvida, comente abaixo!
    Fonte: Hello Music Theory
  • Marcos De Ros explica a diferença entre Arpejo, Acorde e Sweep

    Marcos De Ros explica a diferença entre Arpejo, Acorde e Sweep

    “Meu amigo, que beleza!”

    Difícil começar um post sobre o figuraça guitar hero gaúcho Marcos De Ros sem o seu bordão, concorda?

    E uma das coisas bacanas no material que o professor do curso Guitarra desde o começo disponibiliza é a sua disposição em ensinar conceitos aparentemente elementares ou de conhecimento geral.

    É o caso do assunto deste post: afinal, pergunte a qualquer iniciante se ele sabe o que são arpejos, acordes e sweeps. A maioria não saberá explicar com clareza do que se tratam estes conceitos básicos da guitarra.

    Segundo De Ros, esses conceitos muitas vezes acabam se misturando, daí a importância de esclarece-los. Vamos entendê-los de uma vez por todas, segundo as próprias explicações do gaúcho? Confira:

    Acorde

    Um acorde é a junção de ao menos três notas tocadas simultaneamente.

    Os intervalos entre essas notas darão as características desse acorde, que pode ser uma tríade maior, menor, aumentada, diminuta ou mesmo tétrade com notas omitidas (ou acrescentadas) e até mesmo clusters.

    Arpejo

    Marcos De Ros explica que o arpejo tem as mesmas notas do acorde, porém com o seguinte detalhe – as notas são tocadas uma de cada vez ao invés de todas ao mesmo tempo, como no acorde.

    Tocou todas junto é acorde. Tocou uma nota por vez, arpejo.

    Sweep

    O nome de “sweep” é dado a técnica de guitarra onde o movimento da palheta é aproveitado na troca de corda. Por exemplo, toca-se uma nota na terceira corda, com a palhetada para baixo, e a próxima nota está na segunda corda.

    Ao invés de tocar essa próxima nota, na corda adjacente, com a palhetada para cima (alternado), aproveita-se o movimento da palheta e palheta-se novamente para baixo.

    Com o mesmo movimento, tocamos essas duas notas. A esse tipo do movimento, contrário ao alternado, chamamos de “sweep”. No vídeo abaixo ele explica isso tudo na prática:

    Resumão:

    Acorde: grupo de notas tocadas ao mesmo tempo; arpejos: as mesmas notas do acorde, porém tocadas uma por vez. Sweep, técnica geralmente usada para tocar arpejos.

    Nota importante – arpejos podem ser tocados com outras técnicas, tais como palhetada alternada, string skipping (salto de cordas), ligados, tapping e outras combinações.

    Se você é iniciante e quer sair do zero com um mestre como Marcos De Ros, não deixe de acessar o site oficial do Guitarra Desde Começo. Acesse aqui e conheça mais detalhes.

     

    Fonte: Marcos De Ros

     

  • Aprenda os 5 passos fundamentais para dominar a guitarra solo

    Aprenda os 5 passos fundamentais para dominar a guitarra solo

    Na vida de todo guitarrista, chega um momento que é inevitável: o de desenvolver as habilidades adequadas para se sentir confortável ​​ao solar.

    A arte de solar na guitarra consiste na combinação de teoria e técnica, mas com uma base sólida nessas áreas e disposição, você pode chegar onde deseja como guitarrista solo.

    Aqui estão algumas dicas para ajudá-lo em sua jornada ao território dos solos de guitarra:

    1) Fique confortável com o braço

    Saber onde está cada nota no braço será muito útil quando for a hora de executar aquele solo de guitarra matador. E isso não se aplica apenas às notas.

    Aprenda também a tocar acordes em diferentes posições ao longo do braço da guitarra.

    Os acordes podem ajudá-lo a memorizar o posicionamento das notas. Ao chegar lá, você pode tocar as notas individuais dos acordes (também conhecidas como arpejos) para adicionar ainda mais cor ao solo.

    2) Conheça as escalas

    As escalas são necessárias para se tornar um guitarrista solo, mesmo que não sejam o assunto mais emocionante.

    As escalas de guitarra são sequências organizadas de notas tocadas em ordem crescente ou decrescente que ajudam a aumentar a força e a destreza dos dedos.

    De maneira mais aprofundada, pode-se dizer que a escala pentatônica é uma escala popular de cinco notas que você precisa dominar para criar riffs, solos e melodias, especialmente para rock e blues.

    Algumas boas escalas pentatônicas para desenvolver solos típicos de rock são a escala pentatônica menor A (você pode ouvi-la em “Stairway to Heaven” do Led Zeppelin) ou a escala pentatônica menor E (ouça em “Back in Black” do AC/DC).

    Confira esta aula do Ozielzinho, o virtuoso guitarrista criador do curso Guitarra Rock Academy (conheça aqui), em que ele mostra os cinco shapes da pentatônica e sua aplicação para a criação de licks:

    Viu só como a escala pentatônica pode ser empoderadora? Além de remeter a padrões conhecidos do rock e blues, ela oferece ao iniciante na guitarra solo uma boa maneira de aprender a improvisar.

    Além disso, a pentatônica também pode ser útil para treinar algumas técnicas de ligado, como hammer ons e pull offs (se você não conhece essas técnicas, confira este post).

    3) Estude seus heróis

    Mergulhar profundamente nas discografias dos seus artistas favoritos é uma maneira infalível de melhorar sua técnica na guitarra solo.

    Afinal, é divertido aprender a tocar os solos que o inspiraram ao longo dos anos. Sobretudo, tocar algo que você admira e aprecia tem uma familiaridade embutida.

    No Aprenda Violão e Guitarra, já escrevemos posts compilando aulas de licks inpirados em mestres da guitarra. Leia este post em que o músico Gil Vasconcelos, do Curso Completo de Técnicas de Guitarra, ensina truques de Tony Iommi, Santana, Jimmy Page e outros gênios das seis cordas.

    São exercícios fundamentais para você se familiarizar com o estilo de diferentes ícones da guitarra.

    4) Lembre-se da melodia e do ritmo

    Uma grande vantagem pode estar escondida à vista (ou som) do vocal da faixa.

    Um bom exemplo disso pode ser visto neste vídeo em que Rodrigo Ferrarezi, professor do Guitarra Intensiva (conheça o curso aqui), toca o clássico hit “Anunciação”, de Alceu Valença.

    Ele utiliza justamente a melodia vocal para executar variações do solo de guitarra. Confira:

    Portanto, não deixe de aprender a melodia de cada música. Pense no que o vocalista está cantando. No rock, muitas vezes os vocalistas estão cantando três notas da escala pentatônica. Então, pode ser que a melodia do solo já está sugerida na própria música.

    Não se esqueça também de prestar atenção no baterista, pois ele pode fornecer um metrônomo “ao vivo” para o seu desempenho. Entenda que não se trata de quantas notas você toca. Afinal, elas precisa fazer sentido ritmicamente.

    Isso faz diferença em solos de guitarra memoráveis, que invariavelmente possuem senso rítmico.

    5) Pense fora da caixa

    Se você realmente quiser se colocar à prova com a guitarra, tente adicionar sabor a algo tradicionalmente considerado comum, fácil ou monótono.

    Pergunte a si mesmo se você pode tocar a melodia de “Jingle Bells” ou “Feliz Aniversário” e fazer com que pareçam diferentes e legais. Você pode se surpreender com o resultado.

    Concluindo: pegue algo clichê e desafie-se a transformá-lo em algo que você gostaria de ouvir. Alguns bends ou hammer ons certamente deixariam “Feliz Aniversário” menos sem graça, concorda?

    Se você quiser saber mais sobre como tocar guitarra solo a sério, vale conferir os cursos mais voltados à evolução técnica no instrumento, como os já citados Curso Completo de Técnicas de Guitarra e o Guitarra Rock Academy, do Ozielzinho.

    Se você é iniciante total ou deseja cursos para objetivos mais específicos, seja aprender guitarra Metal, Blues, Modos Gregos ou Violão, acesse este post e veja a indicação dos melhores treinamentos divididos em várias categorias.

    Tem mais alguma dica para o solista iniciante? Comente abaixo e compartilhe o post com os amigos 🙂

     

    *Com informações da Fender.com